Covid-19: Brasil mantém menores médias de casos e mortes do ano

Neste sábado (4), o Brasil registrou 692 mortes e 21.804 casos de covid-19, de acordo o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

O país contabiliza 583.362 mortes e 20.877.864 casos no total. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 19,8 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 277,3%.

Fonte: R7

Brasil chega a 40% da população adulta com esquema vacinal contra a Covid completo

Pouco mais de 40% da população adulta brasileira já está com o esquema vacinal contra a Covid completo. Isso significa que 65.872.810 brasileiros com mais de 18 anos tomaram as duas doses da vacina ou a dose única da Janssen.

Além da população adulta, recentemente, teve início no país a vacinação da população adolescente, de 12 a 17 anos, com o imunizante da Pfizer/BioNTech, o único até o momento aprovado para uso nos mais jovens.

Pouco mais de 40% da população adulta brasileira já está com o esquema vacinal contra a Covid completo. Isso significa que 65.872.810 brasileiros com mais de 18 anos tomaram as duas doses da vacina ou a dose única da Janssen.

Além da população adulta, recentemente, teve início no país a vacinação da população adolescente, de 12 a 17 anos, com o imunizante da Pfizer/BioNTech, o único até o momento aprovado para uso nos mais jovens.

Fonte: Folha de PE

Anvisa proíbe uso de doses da vacina CoronaVac envasadas em fábrica que não passou por inspeção

Cerca de 12 milhões de doses da vacina Coronavac produzidas na China, e já enviadas ao governo brasileiro, foram envasadas por um laboratório que não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para atuar no processo. O problema foi constatado pelo Butantan, responsável pela distribuição do produto em território nacional, e comunicado na noite de sexta-feira à agência reguladora. Diante do fato, a Anvisa determinou, neste sábado, a interdição cautelar dos lotes da vacina, proibindo a distribuição e o uso dos imunizantes que foram envasados em local não autorizado. Após ser procurada pelo GLOBO, a agência soltou uma nota à imprensa informando sobre o fato. Já o Butantan afirmou, também em nota, que “a medida da Anvisa não deve causar alarmismo”, e lembrou que foi o próprio instituto que comunicou o fato à agência “por compromisso com a transparência e por extrema precaução”.

Também em um comunicado, o Ministério da Saúde informou que não foi notificado oficialmente pelo Butantan, mas que “todas as providências cabíveis já estão sendo adotadas para que as vacinas não sejam aplicadas”, solicitando aos secretários estaduais e municipais da Saúde a suspensão da aplicação das doses referentes aos lotes. Informou ainda estar checando informações sobre os lotes distribuídos aos estados e os que também seguem armazenados.

Todos os imunizantes utilizados no país devem atender aos critérios estabelecidos pela Anvisa, sob risco de comprometimento da eficácia e segurança das doses. Essas 12,1 milhões de unidades já foram encaminhadas ao Plano Nacional de Imunização (PNI). Não se sabe, porém, quantas foram aplicadas Brasil afora.

“Nesses termos, a vacina envasada em local não aprovado na Autorização de Uso Emergencial configura-se em produto não regularizado junto à Anvisa. Desta feita, torna-se essencial a atuação da Anvisa com o intuito de mitigar um possível risco sanitário”, diz nota da agência divulgada após ser questionada pela reportagem.

A agência disse ainda que avaliou a documentação apresentada pelo Butantan e “consultou as bases de dados internacionais em busca de informações acerca das condições de boas práticas de fabricação da empresa responsável pelo envase desses lotes e até o momento não localizou nenhum relatório de inspeção emitido por outras autoridades de referência”.

Mais doses devem chegar com o mesmo problema, diz Butantan

O GLOBO teve acesso com exclusividade ao ofício enviado pelo presidente do Butantan, Dimas Covas, à Anvisa, na noite desta sexta-feira. Além de relatar o ocorrido, Dimas alerta que devem chegar ao Brasil em breve outras 9 milhões de vacinas na mesma situação e solicita à agência autorização para usar ambos os lotes em caráter excepcional. De acordo com o comunicado, técnicos do Butantan analisaram as informações disponíveis nos lotes e constataram que, apesar de terem sido acondicionados por uma unidade que não recebeu chancela da Anvisa, eles não apresentam riscos à população.

Fonte: O Globo

Plateia comemora contaminação pela covid durante discurso de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro defendeu, mais uma vez, o tratamento precoce contra a covid durante o evento CPAC Brasil, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, neste sábado (4.set.2021). Em discurso a favor da cloroquina, que não tem eficácia comprovada, o chefe do Executivo pediu à plateia que quem já tivesse se contaminado com covid levantasse a mão. Ao som de gritos de “uhul”, quase todos levantaram.

Em seguida, o presidente pediu que todos abaixassem o braço e que quem tivesse tomado cloroquina levantasse novamente. Quase todos o fizeram, com gritos de comemoração empolgados. A plateia estava quase toda sem máscara.

Bolsonaro criticou a afirmação de que o tratamento precoce não tem comprovação científica. “Tá aqui a prova. A comprovação não se faz por experimentação? A prova está aqui. Porque ficarmos apenas focados na vacina?”, declarou o presidente, que voltou a afirmar que o imunizante CoronaVac também não tinha comprovação.

Bolsonaro criticou o conselho que recebeu de seu ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, quando se contaminou com o coronavírus. “O protocolo dele era o seguinte: vá pra casa quando sentir falta de ar procure o médico”, disse. Ele afirmou que “nunca viu” um médico falar a uma mulher que reclamou de dores no seio voltar para casa e retornar ao hospital quando surgir um “ovo de galinha” em seu seio.

Jair Bolsonaro disse que entre a equipe que trabalha na Presidência da República, 200 pessoas contraíram o vírus. “Talvez por minha causa, né?”, falou o presidente. “Pelo que fiquei sabendo, quase todo mundo tomou hidroxicloroquina e ninguém morreu”.

O presidente também criticou o STF (Supremo Tribunal Federal) e o ministro Alexandre de Moraes e falou que “poder moderador é o povo”. Além disso, criticou o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, a quem chamou de “gordinho”, por insinuar que ele seria gay.

Fonte: Poder 360