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Justiça condena a 16 anos e seis meses de prisão PM que matou adolescente em Parnamirim-PE

Acusado de matar a adolescente Katarine Miranda Ferreira, 17 anos, no dia 1ᵒ de abril de 2017, em Parnamirim-PE, o policial militar Fellype Anderson de Souza, 25 anos, foi condenado a cumprir pena de 16 anos e seis meses de reclusão. A sentença foi proferida na noite dessa segunda-feira, 20, pelo juiz Abner Apolinário da 4ª Vara Criminal do Recife. O julgamento foi acompanhado por familiares e amigos da vítima.

O advogado de Fellype alegou legítima defesa, mas os jurados classificaram o crime como homicídio qualificado. Pela morte da jovem, o PM pegou 13 anos de prisão. Os outros três e seis meses aplicou-se por dirigir embriagado. Como é lotado na PM da Bahia, Fellype cumprirá parte da pena no Batalhão da Polícia Militar em Salvador. No entanto, quando for expulso da corporação será encaminhado a uma unidade prisional de Pernambuco.

Em abril de 2017, Katarine foi atingida por um tiro efetuado pelo PM ao tentar defender uma prima que se recusava a manter relacionamento com ele. As duas estavam saindo de um bar no momento em que o policial disparou e feriu a adolescente gravemente. Ela morreu no local.  

Da redação do Blog Alvinho Patriota

6 comentários sobre “Justiça condena a 16 anos e seis meses de prisão PM que matou adolescente em Parnamirim-PE

  1. Guga Liborio

    Esse bandido merecia a pena máxima! Pilantra, pagou para entrar na PM/BA. Despreoarado, psicopata. Tirou a vida de uma menina linda, que tinha sonhos por nada. Ser desprezível, verme que vivia impondo medo na sociedade, se amostrando com arma na cintura. BANDIDO.

  2. RAIMUNDO NONATO DE CASTRO LIRA

    Nossa trabalhei um bom tempo com esse rapaz na Odebrecht. Tô sem acreditar meu Deus!

  3. Jw

    Enquanto a fiscalização acerca de concursos públicos militares não for aprimorada e aperfeiçoada pra evitar falcatruas nos certames, infelizmente atrocidades como essa podem voltar a acontecer, tendo em vista que é sabido que a maioria dos policiais e agentes despreparados e desequilibrados adentram as corporações de maneira ilícita.