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Organizadora da Missa do Vaqueiro de Serrita divulga nota de esclarecimento após polêmica com Coral Aboios

Depois de toda a polêmica sobre a ausência do Coral Aboios de Serrita na programação da 49ª Missa do Vaqueiro, a presidente da Fundação Padre João Câncio, Helena Câncio, responsável pela organização do evento, divulgou uma nota de esclarecimento sobre o assunto. No texto, ela destaca que trabalha com um aporte de R$ 500 mil do Governo de Pernambuco, sem prazo para receber, e cita que os artistas aceitam participar porque são “comprometidos com a cultura e colocam a história à frente dos interesses pessoais”.

“Aqui, fica um chamado para que as pessoas se juntem a nós pela preservação da nossa cultura, conheçam as nossas dificuldades. O conteúdo da Missa do Vaqueiro não é só uma grade artística, tem a missa, vaquejada, pega de boi, e lutamos ainda para trazer uma exposição reduzida da que se encontra no Museu Cais do Sertao, em Salgueiro”, salienta, afirmando que deixa as portas abertas para o grupo cultural serritense. “Esclarecemos ainda que o Coral Aboios de Serrita, querendo, estará sempre no evento, pelo seu valor histórico e cultural.”

A viúva de João Câncio complementa a nota agradecendo a participação de Flávio Leandro, Petrúcio Amorim, Chambinho do Acordeon, Henrique Brandão, Josildo Sá e os outros artistas da grade de programação. “A Missa do Vaqueiro é de todos nós. Estamos fazendo a nossa parte, que não é fácil. Convidamos a todos os sertanejos para se juntarem a nós, perguntando, antes de fazer críticas sem conhecimento dos fatos”, conclui.

Da redação do Blog Alvinho Patriota

Um comentário sobre “Organizadora da Missa do Vaqueiro de Serrita divulga nota de esclarecimento após polêmica com Coral Aboios

  1. Machado Freire

    Essa grade que cusa cerca de meio milhão de reais aos cofres públicos vira pó no dia seguinte após a realização da Missa (para inglês ver).

    Meus amigos João Câncio e Luiz Gonzaga e a Igreja Católica, juntamente com o poeta Pedro Bandeira, sempre buscaram conduzier a Missa do Vaqueiro como um acontecimento cultural e religioso. Nunca, jamais, como uma “programação” voltada para uma gastança de dinheiro fenomenal de cerca de R$500 mil.

    outra coisa é que os próprios familiares dos poucos vaqueiros que ainda existem pagam estacionamento que por um dever de Justiça dev eria ser gratuito. Outra coisa é uma taxa ridicula cobrada para a instalação de barracas, que é muito cara e resulta no aumento das refeições e bebidas servidas pelos comerciantes explorados.

    Quem rabisca estas linha esteve presente desde a primeira missa e nutria uma amizade sincera com Padre João e Luiz Gonzaga do Nascimento.

    O resto é conversa mole.