Vida FM Asa Branca Salgueiro FM Salgueiro FM

Estudo do TCE-PE classifica Salgueiro com nível “baixo” no atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista

Dados divulgados essa semana pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), sobre um levantamento a respeito do atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Estado, mostram que Salgueiro tem nível “baixo” nos critérios para satisfazer as necessidades dessa parcela da população. O TCE-PE classificou os municípios em seis níveis: muito alto, alto, moderado, baixo, muito baixo e crítico. Nenhum conseguiu a classificação alta ou muito alta.

O estudo aponta que Salgueiro possui profissionais em boa quantidade (dois) para fazer o diagnóstico de TEA, conforme o critério populacional e estimativa de pessoas com autismo, mas deixa a desejar em outros aspectos. Os principais gargalos estão relacionados à falta de capacitação dos profissionais, infraestrutura não adequada e aos tratamento das pessoas com autismo.

O levantamento indicou que a rede municipal de saúde não aceita que os autistas sejam incluídos em terapias multidisciplinares através de requisições médicas da rede privada; não fornece medicamentos por meio de requisições médicas da rede privada; não elabora Projeto Terapêutico Singular (PTS) após diagnóstico do TEA; não oferece tratamento aos autistas em unidade especializada; não possui profissionais capacitados para o TEA; e não capacitou profissionais nos últimos 3 anos sobre a deficiência.

Os dados do estudo, com a classificação de cada município pernambucano, podem ser consultados neste link.

Da redação do Blog Alvinho Patriota

2 comentários sobre “Estudo do TCE-PE classifica Salgueiro com nível “baixo” no atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista

  1. Maria

    Boa tarde, é verdade o município não tem suporte nenhum pra às crianças com espectro autista. Estou tentando a um ano conseguir uma consulta com o neurologista pra minha filha e não consigo. É um absurdo, imagina um tratamento. Fica aqui a minha indignação.

  2. Ana edriene Carvalho

    Essa pesquisa está equivocada! O número de crianças atípicas na fila de espera é imensa, algumas estão a mais de 2 anos esperando. Como meu sobrinho, por exemplo. A situação é muito ruim.