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Comentando comentário

Comentário ao comentário feito pela internauta Neuza Santos à matéria “Respostas ao Blog Palavras do Sertão“:

“Essas declarações de Alvinho Patriota são demagogas. A verdadeira intenções de Alvinho é ser prefeito de salgueiro ou até deputado estadual.Vale lembrar que Gonzaga esteve com a eleição ganha em Petrolina. Naquela ocasião Alvinho nem falava em apoiar Marcondes por que ele imaginava que gonzaga iria mandar no sertão todo. Já era plano da familia lançar Genedi(Dep.Federal), Alvinho (Prefeito de salgueiro) e Geralvinho (dep.estadual). Fala a verdade Alvinho. Vc não é PT, PSB, DEM, PC dO B Porque vc só quer poder. A turma da zebra não gosta de vc, porque sabe que vc não é fiel e a turma do leão nunca vai lhe dá a cabeça do partido. Portanto sossegue, contente-se em dá bons votos a Gonzaga com o apoio de Cleuza Pereira”.

Olá Neusa, como foi importante a sua participação neste blog, isso me deixa feliz porque sei que as pessoas estão lendo as matéria aqui publicadas. Quanto a sua opinião sobre a minha pessoa, também constitui-se em fato positivo mesmo que ela não represente o que sou, o que penso, o que faço, eis que, como homem público não devo me colocar à margem de críticas…

Quando a amiga diz que as zebras me odeiam, de fato em se tratando de animais pode até ser, embora eu tanto os defenda. No entanto é preciso perguntar à Professora Cleusa Pereira em quem votei nas três vezes que se elegeu prefeita, a quem lhe apoiei na Câmara por 12 anos, sem qualquer divergência e ao próprio Dr. Marcones que não somente votei às duas vezes que fora vice de Cleusa, mas, defendi à época a sua reeleição, através do Jornal Folha do Sertão, um ano antes da eleição. Sim, estou apoiando o governo de Marcones, apresentando emendas no que for preciso. Dos 27 projetos aprovados este ano, apenas não votei a favor de um porque as minhas emendas sequer foram apreciadas. É bom também perguntar a ele o que pensa de mim. Com certeza não se omitirá…

Agora, duvidar da minha independência em relação aos partidos e aos próprios políticos que dominam o poder, é prova de que de fato não me conhece. Apenas não sou independente em relação àqueles a quem represento, ou seja, dependo do povo.