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Foto histórica (105)

Foto histórica da cidade de Salgueiro:

Um comentário sobre “Foto histórica (105)

  1. machado freire

    Chicão, esta foto – que deve ter sido feita pelo fotógrafo Otoni Nogueira (de saudosa memória), tem uma importância fundamental do ponto de vista histórico-cultural do nosso município Encruzilhada do Nordeste, a Salgueiro grande de Veremundo Soares, assim chamada no tempo de Lampião, o rei do gangaço.

    Esta foto, Chicão, mostra que Salgueiro -e o sertão inteiro, por consequência, tinha excelentes profissionais na arte de confeccionar roupas masculinas, os hoje chamdados TERNOS. Eram os uniformes, de cortes finos, feitos com linho da melhor qualidade, que passavam pelas mãos de João Januário, Val Véio, Tenentinho…
    Os alfaiates nos inspiraram no Carnaval deste ano, e o nosso bloco Bomba Chiando, prestou uma justa e merecida homenagem a essa valorosa categoria, na pessoal de Antonio Olímpio de Souza, pai Kléia Cabelereira, de Mazinho, casado com Lourdinha, filha da ex-vereadora Mariquinha e do meu parente João Raimundo Freire.

    Nós formávamos um grupo de amigos juntamente com Fernando de Silvino, Nilton de Severino da Farmácia (neto de Zé Luiz), Brigel de Elísio da padaria, entre outros. Freequentávamos o bar de Olímpio Zouza(pai de Ailton Souza), que servia um saboroso tira-gosto de tripa assada.
    Olímpio de Nanô (criou o serviço de Alto Faleante Miramar Publicidade, que de repende passou a funcionar como rádio alternativa, e chegava a atingir até 100 quilômetros (era clandestina, claro). Depois veio a Asa Branca, pelas mãos de Mansueto de Loavor.

    Mas o fato é que nós sempre contamos com pessoas competentes, inteligentes, criativas e, sobretudo, amigas. A amizade pela amizade, acima de qualquer suspeita. Todos em pé de igualdade, sem preconceitos nem poderio econômico e social.Não existia a figura do “nariz arrebitado”. Todo mundo comparecia aos belos bailes de Carnaval. Ai temos que lembrar Antonio Dedé, Zezito e seu irmão Flórido e Zé Popô, só para citar alguns.

    Ah!, dá uma saudade! Não é Paulo Armando ?