Decreto de Temer elimina 60,9 mil cargos públicos federais

A assessoria do Palácio do Planalto informou nesta terça-feira (9) que o presidente Michel Temer assinou decreto que extingue 60,9 mil cargos efetivos vagos ou que ficarão vagos na “administração pública federal direta, autárquica e fundacional”.

Segundo o Planalto, o decreto será publicado na edição desta quarta-feira (10) do “Diário Oficial da União”. O decreto também veda a abertura de concurso público para determinadas funções.

No caso de concursos em andamento, a medida barra vagas além das previstas nos editais. Os órgãos e entidades públicas terão até 19 de fevereiro para informar o Ministério do Planejamento sobre os concursos abertos que envolvem os cargos englobados pelo decreto do governo federal.

Na relação de cargos que serão afetados pelo decreto constam funções como operador de caldeira, tratorista, datilógrafo, editor de vídeo tape, digitador, operador de máquina copiadora, inspetor de café e classificador de cacau.

O governo anunciou em agosto de 2017 que eliminaria cargos vagos, dentro das medidas para reduzir gastos.

A reorganização administrativa atinge cargos considerados obsoletos. As vagas que não forem eliminadas no momento, serão extintas quando os cargos ficarem vagos, devido a aposentadorias, por exemplo.

Fonte: G1

2 comentários sobre “Decreto de Temer elimina 60,9 mil cargos públicos federais

  1. Djalma André da silva

    NÃO PRECISAMOS DE EMPREGO PÚBLICO,CONCURSEIRO NÃO FASSAM CONCURSO PÚBLICO,vão procurar emprego nas empresas privadas.

  2. Machado Freire

    ‘”Uma carrada e meia – ou um trem carregado nas alturas, de políticos salafrários vão pegar no é do presidente, inclusive seus “aliados” com essa medida mais do que correta para o momento.

    O Brasil precisa gerar emprego e renda através da iniciativa privada.

    Precisa investir na cultura (de verdade) na agricultura familiar, de subsistência e até para exportar.

    A nossa saúde, tem que evoluir no sentido da interiorização , para evitar o surgimento de tantos TFDs- Tratamento Fora de Domicilio, uma coisa precária .

    O governo precisa e deve jogar duro em cima das “universidades” que estão sendo criadas (por setores econômicos) como uma forma da “industria da educação”.

    Tem universitário e at´.e “doutores” que ainda não leem um livro.

    E professores que não estimulam seus alunos a correr atrás do conhecimento através da leitura.

    Então, não precisamos de empregos públicos, mas de gente que enxergue, pelo menos, um palmo à frente do nariz.

    Vergonha na cara dos políticos é fundamental.

    Ao eleitor cabe ter caráter, vergonha e uma boa educação para não trocar seu voto por uma migalha.

    O eleitor que que vota em pilantras, não é vitima, é CÚMPLICE !!!