Ponto de Vista

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Ponto de Vista IX

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Um internauta (link) solicitou a minha posição sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo que vem, segundo ele, penalizando principalmente as pessoas carentes.

Procurarei ser sucinto nas respostas em respeito ao leitor mas, antes, prestarei alguns esclarecimentos sobre o assunto. Também não poderia deixar de parabenizar essa pessoa (LUCIANO), pela atitude de pedir esclarecimentos àquele que tem o dever de prestar contas das suas ações, como é o caso do parlamentar, representante do povo, ao tempo que me coloco à disposição para prestar esclarecimentos mais detalhados sobre o tema:

1. A respeito do assunto o Município de Salgueiro possui três leis:

1.540/2006 – Edificações e posturas;

1.541/2006 – Uso e ocupação do solo;

1.570/2006 – Código tributário;

2. Apresentei aos dois primeiros projetos mais de 40 emendas e indicações para o executivo contemplar benefícios (naquilo que era sua exclusiva competência), que beneficiassem a classe menos favorecida, como a isenção de IPTU para possuidores de apenas um imóvel residencial com área até 60m² – art. 28 da Lei 1541/2006;

3. Outra proposição que defendi e consegui o integral apoio de todos os vereadores da época, ao ponto do Executivo incluir no projeto do Código Tributário, foi à instituição de cobrança e fixação dos respectivos valores referentes ao uso do solo pelas concessionárias de serviços de energia, telefone e outras (postes, telefones públicos, caixas de distribuição de rede, etc.) – art. 281da Lei 1.570/2006.

4. Vale esclarecer que essas leis são necessárias para o planejamento das ações e evitar muitos transtornos como hoje vemos em nossa cidade, especialmente na área de trânsito, porque não houve essa preocupação no passado. São ruas estreitas e calçadas em desnível; falta de acessibilidade aos espaços públicos e tantas outras mazelas que precisam de correção.

5. No entanto, é preciso que se respeitem os direitos adquiridos, especialmente nas áreas periféricas, onde grande parte das construções foi feita em terrenos com 4 a 5 metros de frente, devendo haver um estudo caso a caso, até porque o Município não vai demolir tais imóveis e, portanto, não pode também deixar de autorizar as construções em áreas idênticas àquelas existentes, inclusive a própria lei estabelece as exceções.

Feitos estes esclarecimentos, concluo apelando mais uma vez para que o Executivo lance os impostos das concessionárias, alusivos à ocupação do solo e execute a cobrança, pois não é justo que o pequeno pague e os grandes não sigam o mesmo caminho.

Por Alvinho Patriota

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Ponto de Vista VIII

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Aproveito a oportunidade em que está sendo inaugurada em Araripina uma unidade do Procon-PE, e reitero minha solicitação junto ao Prefeito de Salgueiro, para que o mesmo faça convênio com o Órgão de Defesa do Consumidor, no sentido de trazer também à nossa cidade uma unidade do Procon. Para isso existe lei decorrente de projeto de minha autoria pertinente ao assunto. Veja:

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Ponto de Vista

Ponto de Vista VII

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Na condição de vereador do município e, por conseguinte, representante do povo, depois de autorizar juntamente com os demais companheiros a municipalização do trânsito, não poderíamos deixar de acompanhar os trabalhos para esse fim.

No início deste ano, quando foram iniciados os serviços de sinalização das nossas vias públicas; colocados gelos baianos em algumas localidades; semáforos noutras, a exemplo da Praça do Carlos Pena Filho; proximidades do Bradesco e Bomba, vimos a necessidade de que no início da Av. Antônio Angelim, sentido bairro centro, de também se instalar um sinal – semáforo.

Enviamos então, expediente ao DETRAN e Prefeitura (link da matéria), mas, infelizmente, nenhuma resposta nos foi dada. Tudo bem que não queiram dar satisfação ao vereador, embora este tenha instrumentos adequados para fazer valer a sua condição de parlamentar – Pedido de Informações, sob pena de crime de responsabilidade.

Contudo, agindo assim, os agentes públicos estão demonstrando a falta de respeito para com a população.

Voltando ao assunto do trânsito na localidade indicada, objeto de Enquete ora encerrada, vemos o resultado onde praticamente 80% das pessoas que opinaram, clamam por retorno no início da Avenida Antônio Angelim, evitando que os usuários daquela via que assim ajam, não sejam obrigados a irem ao cetro da cidade, causando engarrafamentos desnecessários àquela área que já está severamente comprometida, além de perfazerem um percurso longo e desnecessário.

Outro absurdo que vislumbramos, é que o trânsito que vem da estação e da Rua Cel. Honorato Marinho, ao subir a ladeira, não pode ir em frente pelo girador do prado, mas, obrigatoriamente, ingressar na Av. Antônio Angelim, mesmo corredor antes referido.

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É preciso que as pessoas que ocupam cargos públicos, especialmente administrativos, possam ser mais sensíveis e detentoras de humildade para voltarem atrás, quando estiverem erradas, pois não se concebe que se persista na condição atual, ou seja, prejudicando dezenas de comerciantes e milhares de usuários da via pública, pela simples falta de um contorno em frente à Igreja Assembléia de Deus em Salgueiro.

Por Alvinho Patriota

Ponto de Vista

Ponto de Vista VI

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Interessante é que a propaganda do governo destoa da realidade. A obra da transposição do rio São Francisco para ter início precisou, pois diferente não poderia ser, de um decreto do governo federal de desapropriação das terras ao longo do canal.Até aí, tudo bem. No início, a fim de garantir a implantação de canteiros de obras, de barragens, jazidas, etc., foram indenizadas algumas propriedades por preços compatíveis com a realidade e pagas às decorrentes indenizações.

Depois, para começar o trabalho traçado do canal, houve uma verdadeira pressão psicológica dos “doutores” dos órgãos encarregados pelo processo de expropriação sobre os humildes proprietários das terras, no sentido de que os mesmos aceitassem a proposta do governo, eis que o preço oferecido estava de bom tamanho e de qualquer forma, o poder público seria imitido na posse, como de fato foi.

Aconteceram centenas e milhares de “acordos” com valores verdadeiramente irrisórios, deixando muitos agricultores arrependidos, até mesmo porque suas propriedades foram cortadas ao meio, ficando muitos deles sem acesso de um lado para o outro, portanto, com prejuízos e prejudicados completamente.

Quando falamos em preços irrisórios é que ao hectare de terra boa, com cobertura vegetal (baraúna, juazeiro, quebra faca, angico, umbuzeiro, etc.), foi atribuído o ínfimo valor de cem reais, isso mesmo, por exemplo, 6 hectares – 600 reais. E o que é pior, não se permitiu sequer que os proprietários retirassem, pelo menos, as estacas ou mourões para utilizarem nas suas cercas, cuja área depois os tratores desmataram e toda madeira se encontra sob a ação do tempo, se acabando…

Vale acrescentar, ainda, que poucos foram os proprietários que receberam os valores das indenizações, mesmo aqueles que concordaram com os preços oferecidos, pois, embora pouco, precisam do dinheiro, tudo isso, possivelmente por conta da burocracia que infelizmente impera no serviço público além das exigências descabidas quando se tem a receber, coisa que não acontece na hora de pagar.

Por Alvinho Patriota

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Ponto de Vista V

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Saneamento

Quem acompanhou os fatos sabe muito bem como foi grande a nossa luta, através de protestos na Câmara de Vereadores, nas emissoras de rádio, nos blogs, e em todo lugar, todo tempo, inclusive junto ao Ministério Público do Meio Ambiente da Comarca, para que não ficasse de fora o saneamento de toda área localizada à direita da BR 232, compreendendo: Hospital, Planalto, Rua Nova, Copo de Cristal, Batalhão, Presídio, Itamaraty, Parque de Exposição e, também, todo bairro da COHAB, à esquerda da referida rodovia.

A luta não foi em vão, houve considerável avanço. Segundo informações dos técnicos da COMPESA, Evandro Duarte de Souza e José Humberto da Silva, foi feito um reajuste no contrato, uma espécie de aditivo, que possibilitou a contemplação dos lotes 01, 02 e 03, para sanear a área do Hospital, Planalto, localidade conhecida como Rua Nova e o Copo de Cristal.

É preciso que tenhamos a compreensão do que conseguimos, mas, também, do que precisa ser feito, pois não se concebe ficar sem saneamento um populoso bairro como a COHAB, nem mesmo o restante da área localizada a oeste da rodovia 232, principalmente o Presídio, onde há uma população superior a 500 detentos; Loteamento São José; Brisa da Serra; Casas Populares; Ceasa e, ainda, o Itamaraty, que compreende ponto de apoio de ônibus, local onde diariamente milhares de pessoas de todos os cantos do país podem muito bem, involuntariamente, deixar riscos de contaminação para nossa gente, sobretudo, porque essa área fica na parte de cima e todo esgoto passa obrigatoriamente pelo centro da cidade.

Portanto, não sanear as regiões citadas, significa dizer que se tomou banho apenas da cintura prá baixo e quando levar chuva, todo corpo será comprometido com a sujeira que vem de cima.

Então, de fato a luta não foi em vão, mas deve continuar para que tenhamos um bem estar geral de nossa população. 

Por Alvinho Patriota

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Ponto de Vista IV

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Meio Ambiente – a agressão continua II

Apesar dos esforços de governos e setores da sociedade organizada, o problema de agressão ao meio ambiente em nosso Município continua. Trata-se de uma questão de educação e de disciplina.

As fotos abaixo por si só dizem tudo: Trata-se de lixo jogado em terrenos baldios, especialmente nas áreas periféricas da cidade. Cligue na foto para ampliar.

Outro problema são os vasilhames, como garrafas peti, copos plásticos, sacolas, etc., igualmente jogados às margens do açude da Boa Vista, um dos poucos pontos turísticos do Município, sem contar com a própria estrada que dá acesso àquela localidade, bem como as dezenas de residências e bares, onde se vê uma verdadeira agressão à natureza.

Já fizemos várias matérias denunciando os problemas, mas, poucas ou talvez nenhuma providência tenha sido adotada. Solicitamos, por exemplo, que a Prefeitura de Salgueiro colocasse um carro de coleta nos dias de sextas e segundas feiras, para recolher todo lixo daquela área, incluindo o percurso até a cidade.

Na condição de cidadão e como vereador do Município, nos colocamos ao inteiro dispor das autoridades, para solução do problema, especialmente através de palestras educativas com as comunidades envolvidas.

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Ponto de Vista III

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Desperdício/agressão meio ambiente

Por todo país vemos depósitos de veículos (caminhões, automóveis, motocicletas, barcos, aeronaves e outros bens) expostos ao sol, à chuva, tudo se deteriorando em decorrência da própria ação do tempo, além de proporcionar incentivo a desmanche e porque não dizer, a furtos e outras ações delituosas. Além disso, devemos levar em conta outro grande problema referente a bens não perecíveis, como geladeiras, celulares, televisores, equipamentos de informática, pneus, baterias em geral, etc.

Isso ocorre em todos os lugares, precisando de uma destinação final para esses bens, que, possivelmente, por falta de uma legislação específica, além dos danos já mencionados, o que é pior, causam agressão ao meio ambiente, e considerável desperdício, sem contar com a exploração das fontes naturais em proporções superiores às necessidades, justamente por falta de processo criterioso de reciclagem e reutilização desses bens.

As despesas para os cofres públicos e à própria economia do país são incalculáveis, pois, além do desperdício, como dito, decorrem altas taxas com alugueres, armazenamento, pessoal, energia e outras.

Sabemos que grande parte dos fabricantes não demonstra interesse de que esse problema seja resolvido, pois, quanto mais venderem melhor, porque seus objetivos são os lucros, entretanto, não podemos continuar insensíveis ao problema. 

Há muito tempo venho defendendo alteração da nossa legislação, no sentido de que se ofereçam mecanismos jurídicos de viabilidade legal aos processos de alienação dos bens apreendidos, sem causar prejuízo a terceiros de boa fé. 

É preciso, pois, que se adote uma legislação específica ao problema e seu cumprimento, garantindo maior rentabilidade do patrimônio dos possuidores; à economia do país, aliada ao bem estar da sociedade.

Por Alvinho Patriota

Ponto de Vista

Ponto de Vista II

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211O Brasil nos últimos 15 anos avançou consideravelmente nas transformações políticas, sociais e econômicas. Os índices da classe que vive abaixo da linha de pobreza têm melhorado; diminuiu o analfabetismo; aumentou a expectativa de vida das pessoas; foram criados programas de incentivo voltados para a classe de baixa renda, a exemplo da concessão de bolsas em pecúnia com a finalidade de implantar o dever das crianças irem às escolas, ou seja, não precisarem trabalhar ainda na tenra idade. Esses incentivos, porém, na maioria das vezes, servem de custeio dos demais membros das famílias, por não possuírem outras fontes de renda. Mas, como para tudo tem um preço e a todos incumbe o dever de participar, houve o chamamento da sociedade de maior poder aquisitivo para proporcionar as mudanças, tendo a classe média concorrido com maior participação, não por ser a maioria, mas, porque o governo possui o controle dos salários pagos aos trabalhadores e promove na fonte os descontos dos encargos, de forma que a carga tributária tem grande peso nessa categoria, propiciando índices cada vez mais altos da arrecadação.

A maior preocupação do governo, portanto, não tem sido em arrecadar porque possui os mecanismos para esse fim. O problema está no bem aplicar, onde e como, uma vez que o Brasil possui imensa desigualdade na distribuição de renda, por conta da concentração nos grandes centros. É preciso, pois, que haja incentivo localizado nos pontos estratégicos, para que as comunidades da região não fiquem isoladas, muitas vezes sobrevivendo apenas de ajudas governamentais, num faz de conta que tudo está bem e o tempo passando sem que haja as mudanças que precisam ocorrer.

É preciso principalmente, aliás, é imprescindível que o crescimento da economia ocorra simultaneamente com a preservação e manutenção do meio ambiente, sem exceção de lugar, tempo e condições, porque não é matando que se vive. As despesas com a coleta de resíduos do solo são as maiores possíveis, sem que o trabalho ocorra por completo. O mais importante está no não sujar; no educar; no planejar; no agir…

Não devemos ficar sempre chorando o leite derramado: reclamando; acusando os outros que não fizeram; ou que fizeram errado. É preciso que cada um tome a liberdade de fazer a sua parte e aja logo. Os nossos campos que foram degradados, caatinga dizimada, córregos assoreados, estão todos à nossa espera, e há tempo de recuperá-los, talvez não para nós, mas, com certeza para os nossos sucessores – toda espécie do planeta, por isso, devemos começar agora.

Alvinho Patriota.

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Ponto de Vista I

digitalizado-em-15-10-2009-10-04-1211Credito aos internautas que têm acessado a este blog o seu considerável crescimento, ao tempo que aumenta a nossa responsabilidade no sentido de cada vez mais procurarmos publicar matérias que de fato despertem interesse ao leitor. Não é fácil manter uma participação estável a um meio de comunicação, mas, quando se escreve ou se disponibiliza matérias importantes, se ganha credibilidade.

Por essa razão, procuramos a cada dia inovar, sobretudo com os quadros Direito & Justiça, Atuação parlamentar, Personagem, Transparência, Desaparecidos e, agora, Ponto de Vista.

Apesar de não termos formação jornalística, pedimos permissão a essa imprescindível categoria, para oferecer a nossa singela participação no processo de informação, sustentáculo da democracia e crescimento da sociedade.

Temos o intuito, também, de prestar serviços àqueles que encontrarão neste blog o que procuram, e até mesmo o que jamais esperavam encontrar, fatos que verdadeiramente possam lhes satisfazer.

Por fim, a intenção do quadro Desaparecidos foi justamente chamar a atenção dos nossos leitores para que possam disponibilizar de um pouco de tempo, apenas um clique na imagem, para acessarem o site www.desaparecidos.mj.gov.br e poder visualizar pessoas de todo país, principalmente crianças que, por motivos diversos, na maioria das vezes, alheios às vontades, deixaram as suas famílias em desespero.

Quem sabe, você querido internauta, vai localizar uma dessas pessoas, razão da felicidade dos familiares e de todos nós.

Alvinho Patriota

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