Manifestantes fecham a avenida Paulista em ato dominado por bandeiras partidárias

Em São Paulo, um ato contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) bloqueou as duas pistas da avenida Paulista nesse sábado, 24. Os manifestantes, no entanto, ficaram dispersos em cinco carros de som e não ocuparam toda a extensão da via.

Bandeiras de partidos como PT, PSOL, PC do B, UP e PSTU foram predominantes. João Pimenta, 23, da Juventude do PCO, disse que o PSDB não é bem-vindo à manifestação. Deveria estar “na manifestação do MBL”, programada para o dia 12. “Acho uma loucura colocar essa gente aqui”, disse. “Não descarto novos confrontos.”

Poucas faixas ou cartazes lembraram a crise sanitária da Covid-19 no ato que teve como principais bandeiras o “fora, Bolsonaro”, o apelo por mais vacinas contra o novo coronavírus e a defesa do auxílio emergencial de R$ 600.

Em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), oradores iniciaram suas falas no trio elétrico e citaram pautas como a defesa do aborto, dos quilombolas e o fim do genocídio da população negra.

Diferentemente de outros atos, a reportagem não identificou a distribuição de álcool em gel nem máscaras de proteção contra o vírus.

Fonte: Folhapress

2 comentários sobre “Manifestantes fecham a avenida Paulista em ato dominado por bandeiras partidárias

  1. Jm

    Defender aborto? Ir as ruas sujeito a pegar o virus mortal cobrar vacina? E o figue em casa? E o lockdown?
    Liberar o aborto e defender vidas. Essas opiniãos Não andam juntas.

  2. M. Carvalho

    Esse ato é uma manifestação democrática e em defesa justamente da democracia E acredito que as medidas de proteção foram tomadas. E foi o jeito enfrentar um vírus pra defender o pais das mãos desse q hoje governa que do contrário dessa manifestação em defesa da democracia, ele toda semana faz motocada com o dinheiro público, sem máscaras, dando mau exemplo a população, sem nenhuma medida de proteção ou incentivo, e ameaçando nossa democracia. A manifestação desse sábado é em favor do povo e inclusive da imprensa para q a gente não volte à década de 60.