As inscrições para o primeiro Concurso Nacional Unificado (CNU) começaram nesta sexta-feira, às 10h, e prosseguem até as 23h59, do dia 9 de fevereiro. O certame permitirá o ingresso de 6.640 novos servidores em 21 órgãos da Administração Federal, com salários iniciais que variam entre R$ 4.008,24 e R$ 22.921,71. O concurso será aplicado em 220 cidades e terá validade de 12 meses, prorrogáveis por mais um ano.
Poucos minutos após a abertura das inscrições, o Ministério da Gestão informou que, devido à alta procura, o sistema de inscrições sofria instabilidade.
“Devido à grande demanda pelo Concurso Nacional Unificado, a plataforma de inscrições está com instabilidade. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos acompanha de perto essa situação junto à banca organizadora e está mobilizando todos os instrumentos tecnológicos e de pessoal existentes para minimizar as oscilações”, informou o MGI, por meio de nota.
As inscrições são feitas com o uso da Conta gov.br (serão aceitas contas de qualquer nível: ouro, prata ou bronze). O pagamento somente poderá ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). Qualquer outro meio de pagamento, oferecido por canais não oficiais ou por mensagens de celular, não está autorizado e pode representar tentativa de fraude
A inscrição custará R$ 90 para os cargos de nível superior e R$ 60 para as vagas de nível médio. A expectativa do Ministério da Gestão é de que 3,5 milhões de pessoas se inscrevam para o Concurso Nacional Unificado, que reúne 73% do total de vagas novas autorizadas este ano..
Também haverá um canal de atendimento online exclusivo para auxiliar as pessoas na inscrição no concurso por meio do GOV.BR. A Cesgranrio também disponibilizou um canal de atendimento, por meio do telefone: 0800 701 2028.
Estarão isentos os candidatos inscritos no Cadúnico, doadores e medula óssea ou que sejam ou tenham sido bolsista do Prouni ou sejam ou tenham sido financiados pelo Fies. O banco de candidatos aprovados em lista de espera será utilizado para processos de contratação temporária.
“Quem está temporário não sairá do cadastro de reserva. A ideia é ter um banco de pessoas disponível para a administração pública”, afirmou a ministra da Gestão, Esther Dweck, no último dia 10, quando foram lançados os oito editais. Segundo a ministra, todos os cargos em disputa devem ser preenchidos ainda este ano.
Fonte: JOTA

