Ponto de Vista: Vamos trabalhar?

ALVINHO VERDESabemos que a crise é grande. A imprensa noticia a toda hora a violência, especialmente nos centros urbanos. Os incêndios no Norte e Nordeste. As enchentes no sul. O descaso na saúde.

As greves na educação – justa luta por direitos garantidos na Constituição, mas negados pelos governantes. Os prejuízos silenciosos atingem nossa juventude, propiciando perdas geralmente jamais reparadas.

A corrupção galopando em todo país, com destaque na classe política. No entanto, já vemos as movimentações visando à próxima eleição para a qual ainda falta um ano.

Muitas pessoas que jamais procuraram saber, por exemplo, como está a nossa população rural, especialmente no que tange ao abastecimento de água, inclusive para os animais, que também nunca reclamaram dos desmandos vistos por todos, todo tempo, agora, sem respeitar os que sofrem, aparecem como salvadores da Pátria, sem, contudo, mostrarem saída para a crise. O que mais ouvimos é palavra chave: “fora fulano, fulana…”, como se com um toque de mágica, tudo se normalizasse.

Convido os políticos para debates de ideias, apresentarem sugestões, saírem de cima do muro respeitando os gestores, mas, mostrando os seus erros.

Para que antecipar a campanha quando esta foi recentemente encurtada para 45 dias, vamos trabalhar?

Escrito por Alvinho Patriota

2 comentários sobre “Ponto de Vista: Vamos trabalhar?

  1. Jornalista Machado Freire

    Oportunas, bem colocadas e convincentes as colocações de Alvinho.

    Precisamos e devemos cuidar dos problemas que a população enfrenta e cada dia aumentam.

    Não dá para nós- que temos um País mergulhado num mar de lama, estarmos neste momento

    fazendo proselitismo sem nos apercebermos que vivemos uma situação aflitiva, como uma nau sem rumo.

    Vamos à luta de uma forma ampla, pelas nossas ações de atitudes, sempre em defesa da nossa gente.

    Por que a maioria dos municípios -no porte de Salgueiro e até menores, já reduziram sua despesa com pessoal e aqui não aconteceu nada?

    A resposta é: manter a aqual situação para que cada vez mas o grupo dominante se mantenha e perpetue no poder que já virou uma oligarquia que se aproxima dos 20 anos..

    Então, essas coisas têm que ser discutidas e resolvidas com a participação do povo, esteja ele nas escolas, nas igrejas, na roça, no meio da rua, etc.

    Mas a campanha eleitoral só deve acontecer no tempo certo, na base do “olho no olho”, com cada figura desejosa de chegar ao poder, apresente seu curriculum político.

    Mas, como recomenda Alvinho, há tempo para tudo “no seu tempo”.

    Vamos correr atrás do prejuízo, o agora!

  2. Augusto Barros

    Isso mesmo, boas colocações. Todo mundo presta até não compartilhar das mesmas opiniões e não mais usufruir e obter alguma vantagem. Muita gente criticando governo, do qual usou até agora, outros se quer conhecem a realidade do município, e de uma hora pra outra criam grupos para tentar tomar o poder sem ter a intenção de realmente governar e melhorar, apenas por vaidade própria, para satisfazer o ego.