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Estudantes e professores voltam às ruas em defesa da educação

Estudantes e professores voltaram às ruas em várias cidades brasileiras nesta quinta-feira (30/05) para um segundo dia de protestos em defesa da educação e contra o bloqueio de verbas para universidades públicas promovido pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Até as 17h30 (horário de Brasília), atos haviam sido registrados em mais de 85 cidades em 21 estados e no Distrito Federal, informou o portal G1.

Em São Paulo, o protesto no Largo da Batata, zona oeste da cidade, teve início com uma aula aberta organizada pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da PUC. O ato reuniu alunos, professores e representantes de união de estudantes e centrais sindicais.

Em Brasília, os manifestantes se reuniram desde a manhã na praça do Museu Nacional da República. Além dos cortes na educação, os estudantes também protestaram contra a reforma da Previdência de Bolsonaro e medidas do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Ao meio-dia os participantes se deslocaram em passeata até o Congresso Nacional e subiram a pista passando em frente ao Ministério da Educação. Por falta de autorização, o carro de som onde estudantes e professores discursavam não pôde acompanhar a marcha.

Durante a tarde, houve um princípio de tumulto entre policiais militares e participantes do ato, que acabou com um homem detido. A polícia chegou a usar spray de pimenta contra um grupo de manifestantes, mas as circunstâncias não ficaram claras.

O Rio de Janeiro também registrou protestos. Os manifestantes estiveram reunidos no centro da capital fluminense, com concentração próximo à Igreja da Candelária. Além disso, aulas públicas foram realizadas ao longo do dia.

Houve ainda mobilizações contra os cortes na educação em cidades do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Fonte: Terra