Plantão Covif-19: Lista dos serviços essenciais conforme Decreto Presidencial

Top 10: Notícias mais acessadas de 27/04/2020 a 01/05/2020

1 – Exame de jovem de 27 anos que morreu no Hospital Regional de Salgueiro deu negativo para Covid-19

2 – Prefeito de Salgueiro libera realização da feira livre a partir do próximo sábado

3 – Aviso do Bolão Loterias – Salgueiro

4 – Feira livre de Salgueiro vai ser retomada em área fechada e com rígida fiscalização de segurança

5 – Caixa Econômica Federal divulga nota sobre pagamento de Auxílio Emergencial e aglomerações em agências

6 – Plantão Covid-19: Salgueiro registra primeira morte de paciente que testou positivo para Covid-19

7 – Plantão Covid-19: Salgueiro confirma mais um caso de infecção pelo novo coronavírus

8 – Plantão Covid-19: Salgueiro soma 14 casos positivos do novo coronavírus

9 – Governo de Pernambuco prorroga suspensão das aulas até 31 de maio e fechamento do comércio até 15 de maio

10 – Novo decreto da Prefeitura de Salgueiro define horário exclusivo para atendimento a idosos e outros grupos de risco em bancos e lotéricas

Manifestantes protestam em frente a casa de Alexandre de Moraes

Um grupo de bolsonaristas fez um protesto na frente do prédio onde mora o ministro Alexandre de Moraes na tarde deste sábado (2), em São Paulo.

Cerca de 20 pessoas foram ao local, com camisetas e bandeiras do Brasil.

“Advogado do PCC, eu vim aqui só pra te ver”, gritavam.

“Aqui não é sanduíche de mortadela, não”, falou um dos manifestantes no microfone.

A ação ocorreu em meio à briga entre Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

O presidente afirmou que a decisão de Moraes foi política.

Os manifestantes chamaram o ministro de bandido. A Polícia Militar foi ao local.​

Fonte: O Tempo

TRF-3 suspende ordem que obrigava Bolsonaro a entregar resultado de exames de coronavírus

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu a ordem que obrigava a Advocacia Geral da União (AGU) a entregar até este sábado (2) os laudos dos exames do presidente Jair Bolsonaro para o coronavírus.

A desembargadora Monica Nobre atendeu a um recurso da AGU e fixou um prazo de cinco dias para que o caso seja analisado e ocorra uma definição sobre a entrega ou não dos exames.

Como a magistrada atuou no plantão, o prazo determinado por ela é para que o relator original do recurso, o desembargador Carlos Muta, possa decidir sobre a entrega ou não dos exames.

Na quinta-feira (30), a juíza federal Ana Lúcia Petri Betto, da 14ª Vara Cível Federal de São Paulo, determinou que a AGU forneça os laudos de todos os exames feitos pelo presidente para coronavírus.

A magistrada considerou que o relatório médico de Bolsonaro apresentado pela AGU na semana passada “não atendia de forma integral à determinação judicial” que deu acesso ao jornal “O Estado de S. Paulo” aos laudos dos exames do presidente para a Covid-19.

Ao TRF-3, a AGU argumentou que não existe obrigação legal de fornecer os referidos exames. “A própria Lei de Acesso à Informação, utilizada como fundamento para pedir os laudos, é expressa em estabelecer que a utilização de informações pessoais deve respeitar a intimidade e a privacidade e depende do consentimento do interessado”, argumentou a defesa do presidente.

Para o governo, o respeito à intimidade e à privacidade são direitos individuais – protegidos, portanto, como cláusulas pétreas da Constituição. E, sustenta a AGU, o fato de um indivíduo ser presidente da República não significa que ele não tem, também, direito à intimidade e à privacidade.

Em sua decisão, a desembargadora afirmou que tanto o governo quanto o jornal possuem argumentos plausíveis.

“Em juízo de cognição sumária e preliminar, constato que a análise dos autos revela que os argumentos de ambas as partes são sustentáveis, razão pela qual não há como se aferir, neste momento processual e, em plantão judiciário, a probabilidade do direito por elas invocado”.

Segundo a desembargadora do TRF-3, “a dilação do prazo, ao mesmo tempo em que evita a irreversibilidade da medida sem que se dê a análise pelo magistrado competente, também não acarreta prejuízos irreparáveis ao recorrido, até mesmo diante do fato de que se trata de ação ajuizada em 27 de março de 2020”.

A AGU informou que enviou à Justiça um relatório médico da coordenação de saúde da Presidência, com data de 18 de março, mas sem os exames. O governo ainda solicitou o arquivamento do processo.

Quando pediu as informações ao governo, a juíza havia determinado a apresentação dos dois exames aos quais o presidente se submeteu e que, segundo o próprio Bolsonaro, deram resultado negativo.

Na quinta-feira, em entrevista à rádio Guaíba, Bolsonaro cogitou a possibilidade de ter se contaminado com o coronavírus. “Eu talvez já tenha pegado esse vírus no passado. Talvez, talvez, e nem senti”, afirmou.

Ao atender o pedido do jornal, a magistrada afirmou que o cidadão tem o direito de saber o real estado de saúde do presidente. A juíza federal disse que, “no atual momento de pandemia que assola não só Brasil, mas o mundo inteiro, os fundamentos da República não podem ser negligenciados, em especial quanto aos deveres de informação e transparência”.

Fonte: G1

Em protesto em Brasília, enfermeiros são agredidos por apoiadores de Bolsonaro

Um grupo de enfermeiros fez um protesto, nessa sexta-feira, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Além de defender o isolamento social como forma de combater o avanço do novo coronavírus, eles carregaram cruzes em homenagem a colegas que morreram em meio ao trabalho de enfrentamento à pandemia da Covid-19. O protesto silencioso terminou depois que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro agrediram verbalmente os profissionais.

Mantendo distância entre um e outro e usando máscaras, cada enfermeiro segurava uma cruz em homenagem aos colegas mortos. Uma faixa pedia para que as pessoas fiquem em casa.

Minutos depois do início da manifestação, um grupo pequeno, que se apresentou como apoiador de Bolsonaro, chegou ao local e começou a gritar com os profissionais.

Enrolada em uma bandeira do Brasil, uma senhora gritou com uma das manifestantes que estava “lutando pelo país” e que, se os empresários param de trabalhar, as pessoas ficam “sem o seu salariozinho”.

A senhora parou em frente a uma das enfermeiras e, apontando para ela e para o próprio nariz, disse:

— Vocês querem passagem para Venezuela e para Cuba? (…) Quando a gente sente o cheiro da pessoa, não passa um perfume, a gente entendo o que você é.

Um senhor gritou que os enfermeiros eram “esquerdopatas”, que “sindicatos são gafanhotos” e que a campanha deles é “ridícula”.

— Monte de analfabeto funcional. Vocês vão se envergonhar pelo que estão fazendo com as pessoas. Bando de genocida. Arrogantes — disse.

Em nota, o Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal repudiou as agressões.

“O ato tinha como objetivo chamar a atenção para a enfermagem nacional. O protesto tinha três objetivos centrais: defender o isolamento social com base científica, homenagear os trabalhadores da enfermagem de todo o Brasil que morreram lutando contra a Covid-19 e mostrar a importância da categoria”, disse o sindicato, acrescentando que o ato foi uma iniciativa da categoria.

O sindicato acrescentou que esses profissionais estão na “linha de frente contra o novo coronavírus”. Segundo a organização, há mais de 2,3 milhões de enfermeiros trabalhando no enfrentamento à doença. “As atitudes tomadas pelos apoiadores do governo vão ao encontro de ideologias fascistas e antidemocráticas. Infelizmente, são embasadas pelas atitudes do Presidente da República que diversas vezes debocha das consequências da pandemia, desconsidera todas as recomendações e diretrizes sobre a importância do isolamento social ao combate do novo coronavírus”, afirmou.

Fonte: O Globo

Coronavírus: Brasil registra 96.559 casos e 6.750 mortes

O Brasil registrou neste sábado 96.559 casos confirmados de covid-19 e 6.750 mortes. Na sexta-feira, o país tinha  91.589 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus e 6.329 óbitos. Esse é o quinto dia consecutivo que o país registra mais de 400 mortes em 24 horas.

No total, foram 4.970 novos casos da doença em apenas 24 horas, um aumento de 5%. Em relação ao número de mortes, foram 421 novos óbitos no mesmo período, o que representa um incremento de 7%.

São Paulo continua sendo o estado com maior número de ocorrências. Segundo os dados do Ministério da Saúde, já são 31.174 casos da doença no estado. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro (10.546), Ceará (8.309), Pernambuco (8.145) e Amazonas (6.062).

A unidade da federação com mais mortes registradas também é São Paulo, com 2.586 óbitos. Depois, o Rio de Janeiro (971), Ceará (638), Pernambuco (628) e Amazonas (501).

Fonte: O Globo