Top 10: Notícias mais acessadas de 11/11/2019 a 15/11/2019

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10 – Polícia recupera objetos furtados de empresa em Salgueiro por um dos funcionários

Quatro moradores de rua morrem por suposto envenenamento em Barueri

Quatro moradores em situação de rua morreram na manhã deste sábado, 16, em Barueri, na Grande São Paulo, por suposto envenenamento. Segundo a Prefeitura de Barueri, por volta das 8h30, oito pessoas deram entrada no Pronto Socorro Central da cidade com indícios de envenenamento.

Quatro homens com idades de 39,40 e 49 anos e um com idade ainda não identificada morreram e outras quatro pessoas que estavam no mesmo grupo, três homens e uma mulher, estão em estado grave.

Em nota, a Prefeitura de Barueri informou que um dos sobreviventes afirmou que uma garrafa com bebida alcoólica lhe foi oferecida por desconhecidos na capital paulista, na região da Cracolândia, e que todas as vítimas compartilharam do líquido momentos antes de passarem mal na rua Duque de Caxias, região central de Barueri.

De acordo com a Prefeitura de Barueri, a Polícia Civil já apreendeu a garrafa e solicitou perícia técnica do conteúdo.

A ocorrência foi registrada pela Delegacia Central de Barueri que investiga o caso.

Fonte:Estado de Minas

Maia diz que tentará votar reforma tributária em plenário até março

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste sábado (16) que a reforma tributária pode ser votada em março no plenário da Casa. Maia ainda não tinha citado prazos para a análise da proposta.

A declaração foi dada a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público.

Questionado sobre se há “clima” no Congresso para a aprovação de mudanças nos impostos, Maia argumentou que a reforma tributária “nasceu” na Câmara e no Senado, o que facilitaria o avanço da medida no cronograma estabelecido.

“Então, há um comprometimento maior, maior responsabilidade dos parlamentares no texto que foi criado pela Casa, isso facilita a tramitação”, disse.

“A nossa intenção é trabalhar esses dois meses [novembro e dezembro], ter o texto pronto até o final do ano e, assim que o Congresso seja reaberto, que a gente possa votar na comissão, e até março no plenário”, afirmou.

A declaração foi dada a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público.

Questionado sobre se há “clima” no Congresso para a aprovação de mudanças nos impostos, Maia argumentou que a reforma tributária “nasceu” na Câmara e no Senado, o que facilitaria o avanço da medida no cronograma estabelecido.

“Então, há um comprometimento maior, maior responsabilidade dos parlamentares no texto que foi criado pela Casa, isso facilita a tramitação”, disse.

Atualmente, a Câmara e o Senado discutem propostas diferentes de reforma tributária. O governo chegou a dizer que apresentaria uma proposta própria, o que ainda não ocorreu. A ideia é que as duas Casas e o governo consigam criar um texto comum.

Fonte: G1

Decisão no caso Flávio “desborda” recurso no STF, diz MP-RJ

O Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) enviou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, manifestação indicando que a decisão de suspender todos os processos e investigações que abrigam Relatórios de Inteligência Financeira do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) “desborda por completo” o tema do recurso que será analisado pela Corte no próximo dia 20.

Para o Ministério Público do Rio a decisão precisa ser reformulada, não só pelos efeitos práticos mas para preservar um “sistema investigatório legalmente constituído e que preserva os ditames republicanos”.

Desborda

O documento, de 20 páginas, é subscrito pelo subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Criminais e Direitos Humanos Ricardo Ribeiro Martins e pelo assessor-chefe da Assessoria de Recursos Constitucionais e Criminais da Procuradoria-Geral de Justiça Orlando Carlos Neves.

A ordem do presidente do Supremo foi dada a partir de um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o 01, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

O senador é alvo de investigação da Promotoria do Rio por suposta lavagem de dinheiro quando exercia o mandato de deputado estadual fluminense.

Nesta quarta, 20, o Supremo vai apreciar a liminar deferida por Toffoli no Recurso Extraordinário nº 1.055.941/SP, a pedido de Flávio, que não era parte no processo.

O ponto central do caso se refere à possibilidade de o antigo Coaf – atual Unidade de Inteligência Financeira (UIF) -, necessitar ou não de prévia autorização judicial para informar a existência de operações suspeitas ao Ministério Público e à Polícia.

Em sua decisão, Toffoli suspendeu todas as investigações e processos judiciais no País, inclusive aquela que alcançava Flávio e seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio, o policial militar aposentado Fabrício Queiroz.

Fonte: Estadão

Número de mortos em confronto entre polícia boliviana e apoiadores de Evo sobe para 9

Subiu para 9 o número de mortos nos confrontos entre forças de segurança e produtores de coca bolivianos leais ao ex-presidente Evo Morales na noite de sexta-feira (15), disse o ouvidor regional à Reuters, levando Morales a denunciar um “massacre”. Os confrontos também deixaram mais de 100 feridos.

No Twitter, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos condenou o uso desproporcional da força e disse que o Estado tem obrigação de garantir o direito à vida e à integridade física daqueles que protestam pacificamente.

Milhares de apoiadores de Evo Morales tentavam chegar à cidade de Cochabamba para se opor ao governo interino de Jeanine Áñez, que se declarou presidente. A mobilização foi interceptada no rio Huayllani, perto de Sacaba, onde houve o confronto.

Morales renunciou sob pressão da polícia e das Forças Armadas da Bolívia no domingo passado, depois que relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou fraude eleitoral na vitória do então presidente na votação de 20 de outubro. Ele então se asilou no México.

Pelo Twitter, Evo, que está asilado no México, pediu “às forças armadas e à polícia boliviana que parem o massacre”.

Segundo a AFP, o comandante da Polícia de Cochabamba, coronel Jaime Zurita, disse que os manifestantes “portavam armas, escopetas, coquetéis molotov, bazucas caseiras e artefatos explosivos”.

“Estão usando dinamite e armamento letal como (fuzis) Mauser 765. Nem as forças armadas, nem a polícia têm esse calibre, por isso estou alarmado”, acrescentou Zurita.

O ex-presidente chamou sua saída do poder de “golpe” e criticou as crescentes acusações de repressão dura pelas forças de segurança bolivianas.

“Os líderes do golpe massacram povos indígenas e humildes porque elas pedem por democracia”, disse Morales no Twitter na sexta-feira, após relatos de mortes.

Fonte: G1