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4 – Mirandibense precisa de ajuda para fazer cirurgia de R$ 120 mil

5 – Filho do compositor Carlos Santos pede ajuda para comprar carrinho de mão

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8 – Senado aprova mudanças no INSS para trabalhadores rurais; saiba o que muda

9 – Viatura da Polícia Militar colide contra árvore em Salgueiro ao perseguir suspeitos de tentativa de assalto

10 – Mulher que acusa Neymar de estupro entregou imagens comprometedoras à polícia

Embarcação explode e deixa ao menos 15 feridos no Acre

Uma explosão de um barco utilizado para transportar combustível deixou ao menos 15 pessoas feridas em Cruzeiro do Sul, no Acre. 

O acidente aconteceu por volta das 18h de sexta-feira, quando o barco ancorado no Rio Juruá explodiu e começou a pegar fogo. Entre os feridos estão doze homens, três mulheres e duas crianças – uma de sete meses, e outra de um ano de idade. Eles foram encaminhados ao Hospital do Juruá.

De acordo com Secretaria de Saúde do Acre, uma das vítimas, um bebê de 7 meses, foi transferida para a unidade de terapia intensiva do Hospital da Criança, em Rio Branco, capital do estado. Os pacientes estão sendo atendidos no Hospital do Juruá. Oito deles estão entubados, sendo que quatro seguem em estado grave e também foram transferidos ao longo do dia para Rio Branco.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e a ação imediata. A operação durou cerca de 40 minutos e envolveu toda a guarnição de Combate a Incêndio e Salvamento do Batalhão do Corpo de Bombeiros de Cruzeiro, que interviu para fazer a contenção do fogo e eliminar todos focos de incêndio.

Fonte: O Dia

Vale anuncia US$ 1,9 bilhão para acelerar descomissionamento de barragens

A Vale informou, neste sábado (8/6), que está acelerando o descomissionamento de nove barragens de minério de ferro a montante no Brasil. Esse tipo de alteamento é o mesmo tipo das barragens que se romperam em Mariana (2015) e em Brumadinho (2019). Para isso, a mineradora provisionou US$ 1,9 bilhão.

Essas barragens são consideradas mais frágeis e propensas a rompimentos, já que os alteamentos (a elevação delas para ampliação da capacidade de armazenamento) são feitos sobre os próprios rejeitos.

No comunicado, a empresa detalha o processo de descomissionamento das estruturas: 

• 2 serão completamente descomissionadas em 3 anos
• 5 serão transformadas em a jusante antes do descomissionamento
• 2 terão seu fator de segurança aumentado dentro de 3 anos antes do
descomissionamento

Despesa estimada entre US$ 150-200 milhões em 2019, em torno de US$ 500 milhões em 2020 e entre US$ 150-200 milhões nos próximos anos

Fonte: Estado de Minas

Justiça Federal manda MEC suspender bloqueio em universidades federais

A Justiça Federal da Bahia determinou que o Ministério da Educação (MEC) suspenda o contingenciamento de recursos em universidades federais e no Instituto Federal do Acre. Em decisão, na noite de sexta-feira, a juíza Renata Almeida de Moura, da 7ª Vara Federal, em Salvador, argumentou que o bloqueio de verbas das instituições de ensino deve “prescindir de prévio estudo técnico e minucioso, inclusive, com a participação dos representantes destas instituições”, para garantir que a medida não interfira na continuidade das atividades acadêmicas.

“Em resumo, não se está aqui a defender a irresponsabilidade da gestão orçamentária, uma vez que é dever do administrador público dar cumprimento às metas fiscais estabelecidas em lei, mas apenas assegurando que os limites de empenho, especialmente em áreas sensíveis e fundamentais, segundo a própria Constituição Federal, tenham por base critérios amparados em estudos que garantam a efetividade das normas constitucionais”, diz a sentença.

A decisão é uma resposta a um total de oito ações populares e civis públicas que foram ajuizadas após o anúncio do governo federal, no final do mês de abril, de contingenciamento de recursos que seriam destinados às universidades federais. Em todos os casos, há questionamento acerca do volume de bloqueios, bem como em relação aos critérios adotados pelo MEC na distribuição dos limites orçamentários.

Segundo o governo, foram bloqueados cerca de 30% das verbas discricionárias (não obrigatórias e que servem para pagar contas como água, energia, vigilância e limpeza), o que representa 3,4% do orçamento total das universidades. Na decisão, a juíza cita manifestação da União reconhecendo que os bloqueios promovidos este ano são substancialmente superiores aos realizados em anos anteriores.

Fonte: Agência Brasil

Bolsonaro diz que terá de suspender benefícios se Congresso não aprovar crédito ao governo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (8) que terá de suspender, a partir do dia 25 de junho, o pagamento de benefícios a idosos e pessoas com deficiência caso o Congresso não aprove o projeto que libera crédito extra de R$ 248,9 bilhões ao governo.

Bolsonaro fez a afirmação em uma rede social e acrescentou que, se a proposta não for aprovada pelos parlamentares, outros programas podem ficar sem recursos nos próximos meses. Ele citou o Bolsa Família, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Plano Safra.

O presidente, contudo, disse acreditar que o Congresso aprovará o projeto. Uma sessão conjunta, com deputados e senadores, está convocada para a próxima terça-feira (11). Os parlamentares precisam analisar cinco vetos presidenciais antes da votação da proposta que libera crédito.

“Acredito na costumeira responsabilidade e patriotismo dos deputados e senadores na aprovação urgente da matéria”, afirmou Bolsonaro.

Em uma breve entrevista a jornalistas neste sábado, o presidente comentou o assunto. Em frente ao Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre a proposta, Bolsonaro disse: “Tem que aprovar [o crédito extra]. Não por mim, pelos que necessitam”.

A medida é prioritária para o governo federal porque tem o objetivo de evitar o descumprimento da chamada “regra de ouro”, mecanismo que impede que o Executivo contraia dívidas para pagar despesas correntes, como salários e benefícios sociais.

Antes de poder ser analisada pelo pelo plenário do Congresso, a proposta precisa ser analisada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Na semana passada, os integrantes do colegiado tentaram votar o projeto, mas não houve acordo.

Fonte: G1