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Parte de edifício desaba e prédio tem risco de cair em Fortaleza

Um prédio residencial teve a estrutura comprometida após a ruptura de algumas colunas de sustentação, no fim da tarde deste sábado (1º), no Bairro Maraponga, em Fortaleza. Com o afundamento dos pilotis, como são conhecidos os pilares, o prédio ficou inclinado e teve as paredes rachadas, correndo risco de desabar a qualquer momento. Não houve feridos.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, todos os moradores do imóvel de quatro andares, que fica na Travessa Campo Grande, tiveram de ser retirados e 12 casas que ficam próximo ao edifício foram evacuadas. Cerca de 16 famílias foram removidas dos apartamentos.

A Defesa Civil do Município de Fortaleza informou que enviou duas equipes do Núcleo de Ações Emergenciais ao local para realizar uma vistoria e isolar a área, além de dar apoio às famílias.

De acordo com Silvia Leite, da Defesa Civil, uma equipe foi ao local para entregar colchonetes e cestas básicas para as famílias desabrigadas. Algumas conseguiram abrigo em casas de parentes.

Fonte: G1

Em uma semana, velocidade de deformação de paredão de mina dobra em Barão

A velocidade de deformação do talude (parede de contenção) da cava da mina de Gongo Soco, da mineradora Vale em Barão de Cocais (MG), mais do que dobrou na última semana. O ritmo passou de 15,5 centímetros a cada 24 horas em 26 de maio, para 33,4 centímetros por dia neste sábado, 1º de junho.

As informações são da Agência Nacional de Mineração (ANM). A deformação do talude é a descida, aos poucos, de material do talude. Esse material, conforme a Vale, está indo para dentro da cava da mina. 

Na sexta-feira, 31, a Vale informou que parte do talude havia desmoronado, mas sem impacto à estrutura da barragem. 

O temor das autoridades é que, com o desprendimento de partes maiores do talude, seja gerado um abalo sísmico capaz de fazer com que a barragem se rompa, atingindo os municípios de Barão de Cocais, Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo.

Fonte: Estadão Conteúdo

Depois de defender indicação de evangélico ao STF, Bolsonaro não garante Moro como ministro

Um dia após defender a indicação de um evangélico para o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro não garantiu, neste sábado, que vai indicar o ministro da Justiça, Sergio Moro, para a próxima vaga que abrir na Corte, como havia dito anteriormente. Questionado se a fala de sexta-feira implicaria que o nome de Moro estava descartado, Bolsonaro afirmou que apenas defende alguém com o “perfil” do ministro.

— Sempre falei, durante a pré-campanha minha e campanha, que queria alguém no Supremo do perfil do Moro. Nada além disso — disse Bolsonaro, após um almoço na casa de um colega militar. 

No mês passado, em uma entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro disse que tem um “compromisso” de indicar o ministro para a primeira vaga que abrir no STF . Dias depois, em uma transmissão nas suas redes sociais, o presidente negou a existência de um acordo com Moro, mas afirmou que, se tivesse que indicar alguém hoje para a Corte, indicaria ele.

Neste sábado, Bolsonaro disse que só revelará sua indicação em novembro do ano que vem, em referência ao mês em que o atual decano do tribunal, ministro Celso de Mello, completará 75 anos e terá que se aposentar. 

Fonte: O Globo

Não há acordo para excluir estados e municípios, diz relator da reforma

O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse neste sábado (1º), em sua conta no Twitter, que ainda não bateu o martelo sobre a permanência ou não de estados e municípios na proposta. A equipe econômica pode abrir mão desse ponto diante da resistência de parlamentares em assumir o ônus da aprovação da reforma no lugar de governadores e prefeitos.

“Importante deixar claro: não firmei nenhum acordo com o governo para excluir Estados e municípios da reforma da Previdência. Também não bati o martelo sobre nenhum ponto dessa questão. Seguimos estudando as várias possibilidades”, disse o relator na rede social.

A declaração do relator foi feita depois que começaram a circular rumores de um acordo entre o governo e alguns parlamentares mais reticentes quantos à Reforma da Previdência. A inclusão de governos e municípios na reforma é um dos pontos de maior divergência entre o governo e o Centrão.

Apesar de negar o acordo, Moreira disse a possibilidade ainda será motivo de estudo.

Fonte: Estadão Conteúdo