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2 – Jovem cai de escada ao instalar decoração do Carnaval de Salgueiro em poste

3 – Água da chuva invade residência em Salgueiro e dona de casa pede providências

4 – Governo de Pernambuco inscreve para cursos técnicos gratuitos em Salgueiro e outras cidades

5 – PMN define pré-candidatura de Ricardo Oliveira a prefeito de Salgueiro

6 – Após morte de adolescente grávida, familiares e amigos depredam hospital em Juazeiro-CE

7 – Correnteza rompe passarela de ponte que dá acesso ao bairro Santa Margarida e arrasta quatro pessoas

8 – Prefeitura de Salgueiro divulga programação oficial do Carnaval 2019; Seu Tita e Anailton Lyra são os homenageados

9 – Prévias carnavalescas movimentam Salgueiro neste fim de semana

10 – Salgueiro registra mais de 100mm de chuva neste sábado

Baleia jubarte é achada morta em área de mata no Pará

Uma baleia jubarte foi achada morta nessa sexta-feira (22) em uma região de mata na praia do Araruna, no litoral de Soure, Ilha de Marajó, no Pará. Ainda não se sabe como o animal foi parar lá, mas é provável que ela tenha morrido no mar e a ressaca tenha levado até a área de mata.

O animal já foi encontrado morto. Ele tem 11 metros de comprimento e 6 de largura. “O mamífero é de uma das maiores espécies de baleias que existem”, disse ao G1 a secretária de Meio Ambiente da cidade.

Uma equipe da secretaria está buscando informações para tentar descobrir com o animal foi parar ali, tão longe do mar, especialmente nessa período de inverno amazônico. “Eles vão fazer a necropsia. A olho nu, não há ferimentos. Então precisamos entender o que culminou na morte da baleia”, acrescenta a secretária.

Fonte: Correio 24 Horas

PM é presa por facilitar entrada de cerveja, vinho e churrasqueira em presídio no Rio

Uma policial militar foi presa em flagrante por facilitar a entrada de bebidas alcoólicas para detidos no Batalhão Especial Prisional (BEP), no Rio de Janeiro.

Na cadeia há agentes da própria PM presos e também o ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB), por ter direito a uma cela especial.

Em nota, a PM informou que a denúncia chegou através da Corregedoria da PM. Dois presos que são policiais militares também receberam voz de prisão.

Nas imagens da apreensão há 15 engradados de cerveja, 3 garrafas de vinho, uma tábua de cortar carne, um jogo de churrasco, um saco de carvão e uma churrasqueira.

Fonte: G1

Receita Federal mira miliciano ligado a Flávio Bolsonaro

A Receita Federal vai ampliar a cooperação com o Ministério Público do Rio de Janeiro e investigar os envolvidos na Operação Os Intocáveis, que mira a atuação de milícias no Estado. Entre os alvos está o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como líder de grupo criminoso conhecido como Escritório do Crime.

A mãe e a mulher de Nóbrega trabalharam no gabinete que o hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ocupava até 31 de janeiro deste ano na Assembleia Legislativa do Rio.

Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no mês passado, a Receita já atuava na análise das movimentações financeiras dos citados no relatório do Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf) que apontou transações atípicas na conta de Fabrício Queiroz, também ex-assessor de Flávio, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

A Operação Os Intocáveis prendeu cinco suspeitos de integrar milícia que atua em Rio das Pedras, na Barra da Tijuca. Nóbrega, porém, segue foragido. De acordo com a Promotoria do Rio, o grupo atuava na grilagem de terras, na compra, venda e aluguel irregular de imóveis, na cobrança de taxas da população local e na receptação de mercadoria roubada, entre outros crimes.

A mulher do ex-capitão, Danielle Mendonça da Costa Nóbrega, trabalhou no gabinete de Flávio de 6 de setembro de 2007 até 14 de novembro do ano passado. Já a mãe de Nóbrega, Raimunda Veras Magalhães, esteve lotada no mesmo gabinete de 11 de maio de 2016 também até 14 de novembro de 2018. Ambas recebiam salário de R$ 6.490,35.Raimunda é citada no relatório do Coaf que investiga corrupção no Legislativo fluminense. Ela repassou R$ 4.600 para a conta de Queiroz.

A entrada da Receita no caso segue o padrão adotado desde a Operação Lava Jato, em que o foco dos investigadores é o caminho do dinheiro de grupos criminosos. Como o Fisco tem o maior banco de dados fiscais, bancários e patrimoniais do País, seus relatórios são considerados os mais completos para auxiliar nas investigações.

No caso da milícia, a atuação do órgão poderá rastrear todos aqueles que fizeram algum tipo de transação, não só com os suspeitos de integrar o grupo, mas também com parentes, pessoas próximas ou empresas ligadas a eles. Em busca de possíveis crimes tributários, os auditores devem produzir relatórios para subsidiar o trabalho dos promotores com o mapeamento do caminho do dinheiro movimentado.

Ao jornal, uma fonte com acesso à investigação afirmou que já foram realizadas algumas reuniões entre investigadores e a Receita para tratar da cooperação no caso.

Fonte: Estadão Conteúdo

Base venezuela é atacada na fronteira com o Brasil; atos, discursos e mortes marcam o Dia D de ajuda humanitária

Manifestantes lançaram coquetéis molotov contra base do Exército da Venezuela na fronteira com o Brasil, em Pacaraima (RR), por volta das 18h20 deste sábado (23). Os militares venezuelanos reagiram com bombas de gás lacrimogêneo cerca de dez minutos depois.

Conflitos também foram registrados na fronteira da Colômbia com a Venezuela. Eles foram o desfecho de um dia no qual os caminhões com ajuda humanitária foram impedidos de levar alimentos e medicamentos para cidades venezuelanas. O chamado “Dia D”, convocado pela oposição para recebimento de doações de outros países, foi marcado ainda pelo discurso do presidente Nicolás Maduro e pela morte de três pessoas.

Caminhões travados, protestos e confrontos

A expectativa pela entrada dos caminhões acabou sendo transformada em revolta e confrontos. Venezuelanos que estavam em territórios brasileiro e colombiano usaram pedras e coquetéis molotov para protestar.

O confronto com os guardas da fronteira foi mais longo em Cúcuta, na Colômbia, onde um caminhão que levaria ajuda humanitária acabou incendiado e a carga foi saqueada. A fronteira colombiana também concentrou um maior contingente de manifestantes, que atiraram pedras e pediam a abertura da passagem.

Ao fim do dia, os caminhões que estavam em ambas as fronteiras foram retirados. Na Colômbia, segundo a Reuters, eles foram levados para armazéns. No Brasil, eles foram tirados da linha de entrada no país vizinho.

Protesto na fronteira com o Brasil

No Brasil, de acordo com informações preliminares, os coquetéis molotov foram atirados por venezuelanos que vivem em Roraima em direção ao posto militar da Venezuela. Depois, houve outra confusão, em que manifestantes e soldados venezuelanos jogaram pedras uns nos outros.Imagens mostram uma caminhonete da Guarda Nacional Bolivariana incendiada depois do tumulto.

Um representante do Exército brasileiro disse que os militares venezuelanos também efetuaram disparos com armas de fogo contra os manifestantes. Um civil passou mal, mas não há informação sobre feridos graves. “Nunca vi exército de outro país jogar bomba de gás no Brasil’, afirmou o coronel brasileiro José Jacaúna.

Fonte: G1