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Presidente do STF dá 30 dias para que investigação sobre Aécio seja concluída

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, deu mais 30 dias para conclusão de uma das investigações sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) na Operação Lava Jato, com base nas delações da Odebrecht.

No inquérito, o senador é investigado por ter supostamente recebido R$ 30 milhões da Odebrecht para influenciar o andamento dos projetos hidrelétricos do Rio Madeira – as usinas de Santo Antônio e Jirau. Conforme o inquérito, a Andrade Gutierrez teria dado mais R$ 20 milhões, totalizando R$ 50 milhões em supostas vantagens indevidas.

Quando o inquérito foi aberto, no ano passado, a assessoria do senador afirmou que os delatores foram “unânimes” ao dizer que as doações ao senador “não envolveram nenhum tipo de relação ilícita, propina ou contrapartidas”.

Polícia Federal e Procuradoria Geral da República (PGR) pediram 60 dias de prazo para realização de coletas de depoimentos e provas pendentes, como a realização de perícia no sistema de contabilidade paralela da Odebrecht.

A presidente do STF, no entanto, considerou que a investigação deve ser concluída em 30 dias “para evitar dilações processuais indevidas”.

“O direito ao processo penal sem procrastinação é da vítima, do réu e da sociedade. Pelo exposto, para evitar dilações processuais indevidas, defiro o prazo de trinta dias para a conclusão das investigações”, afirmou Cármen Lúcia na decisão assinada na última quarta-feira (11) e lançada no sistema do STF nessa sexta (13).

Fonte: G1

Ciro acerta prazo com ‘centrão’ para propostas comuns

O pré-candidato do PDT ao Palácio do Planalto nas eleições 2018, Ciro Gomes, acertou com líderes dos partidos do chamado “centrão” – que reúne DEM, PP, Solidariedade e PRB – que tentará ajustar, no prazo mais curto possível, propostas comuns, principalmente na área econômica, que viabilizem o apoio das legendas a sua candidatura. Em reunião realizada neste sábado (14), na casa do empresário Benjamin Steinbruch, em São Paulo, os partidos também se comprometeram a definir suas propostas prioritárias.

No encontro, não houve definição de aliança, mas, de acordo com um dos participantes, as conversas “afunilaram mais” em torno do nome de Ciro. O grupo, visto como fiel da balança na disputa ao Palácio do Planalto, busca fechar apoio a um dos candidatos antes das convenções, que começam no próximo dia 20. O presidenciável tucano Geraldo Alckmin também negocia com partidos do bloco.

Após cerca de três horas de conversas, os partidos decidiram voltar a se reunir durante a semana. Um dos encontros deve ser com representantes do PR, que já integrou o grupo, mas, no momento negocia com o pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

O “centrão”, que agora também é chamado de “blocão”, compõe a terceira bancada da Câmara, com 49 deputados, de quatro partidos, todos da base do presidente Michel Temer. O PP é o maior partido do bloco e controla os ministérios da Saúde, Cidades e Agricultura – com orçamentos que, juntos, somam R$ 153,5 bilhões -, além de ter o comando da Caixa Econômica Federal.

Temer já avisou aos aliados que não admite que eles apoiem Ciro Gomes que, recentemente, o chamou de “quadrilheiro” e “ladrão”. As ameaças, externadas pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, no entanto, não tiveram efeito.

Fonte: Estadão

Construção civil encolhe 20% e volta ao nível de 2009

Segundo publicação do Estadão, o setor da construção civil encolheu 20,5% nos últimos quatro anos, fechou 1,2 milhão de vagas em todo o País e se mantém no mesmo patamar de 2009, para onde retrocedeu após a crise. O desempenho só não é pior que o registrado no início da “década perdida”, quando a construção recuou 22,5% entre 1981 e 1984.

No fim do ano passado, o consumo de matéria-prima do setor começou a reagir, indicando que poderia haver uma retomada em 2018, o que impulsionaria a economia do País. “Foi alarme falso. O começo deste ano já veio mais fraco”, diz o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges.

A construção civil foi o setor que mais sofreu na recessão e agora é o que tem mais dificuldade de deixá-la para trás, destacam os economistas. Houve um excesso de investimentos antes da crise que, na área imobiliária, resultaram em imóveis encalhados. “Leva tempo para digerir o excesso”, diz Ana Castelo, do Ibre, que lembra ainda que as obras públicas também estão paradas, travando a recuperação econômica.

Fonte: O Essencial

Bélgica bate Inglaterra em São Petersburgo e conquista 3º lugar da Copa do Mundo FIFA 2018

Inventores do esporte, a Seleção Inglesa de Futebol amarga maus resultados há anos. Fracassou na Copa do Mundo de 2014, perdendo de 2×1 para a Itália e para o Uruguai e empatando em 0x0 com a Costa Rica. Também deu adeus ao sonho de conquistar a primeira Eurocopa em 2016, empatando em 1×1 com a Rússia, 0x0 com a Eslováquia, perdendo de 2×1 para a Islândia e vencendo um único jogo, contra os vizinhos galeses por 2×1. Por isso, surpreendeu ao chegar tão longe na competição, perdendo para a Croácia na semifinal.

Os “diabos vermelhos”, como são apelidados desde 1906, abriram o placar com três minutos de jogo. Com um vacilo da zaga inglesa, o lateral Meunier aproveitou o passe de Jason Denayer para fazer 1×0 a favor da Bélgica. A equipe belga iguala um recorde só obtido pela França em 1982 e pela Itália em 2006: 10 jogadores diferentes marcaram pelo time ao longo de toda a competição.

A Inglaterra teve boas chances de empatar no primeiro tempo, mas desperdiçou todas elas. Fortemente criticado na partida contra a Suécia, Raheem Sterling voltou a ter dia pouco inspirado e perdeu várias oportunidades, isolando a bola. Kane ficou na cara do gol, mas chutou mal.

Com brilho apagado na partida, o belga Romelu Lukaku foi substituído aos 14 do 2º tempo pelo atacante do Napoli Dries Mertens. Esta partida valia algo mais para o atleta: com 5 gols, o atacante disputava a artilharia com o inglês Harry Kane, que anotou 6 na competição. Visivelmente irritado, Lukaku saiu de campo diretamente para o vestiário. 

Fazendo o que faz de melhor — o contra-ataque — a seleção belga conseguiu ampliar a vantagem contra o time inglês aos 36 do segundo tempo. Debruyne arrancou do meio campo e chutou nas costas do zagueiro Phil Jones. A sobra foi aproveitada por Hazard, que mandou pro fundo do gol.

Com o resultado, a Bélgica alcança a sua melhor colocação em Copas da história. A campanha mais bem-sucedida até este ano tinha sido em 1986, quando ficou com o 4º lugar. Com um título no currículo (1966), a Inglaterra igualou a sua segunda melhor campanha: em 1990, os ingleses também ficaram com o quarto lugar.

Fonte: Sputnik News

França e Croácia se enfrentam em final inédita que pode quebrar paradigmas

Eleita a melhor da história pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, entre outros motivos, por ter registrado apenas um 0 a 0, a Copa da Rússia chega ao último capítulo neste domingo, às 12h (de Brasília), no Estádio Luzhniki, em Moscou, com o desafio de quebrar paradigmas. Um deles, o roteiro repetido em finais. O título não é resolvido nos 90 minutos desde 2002, quando o Brasil derrotou a Alemanha por 2 a 0. As edições seguintes colocaram em cartaz longas metragens. Decisões enfadonhas, arrastadas, com pouca emoção e muito suspense até as últimas consequências. A Itália ganhou o tetra nos pênaltis em 2006. Espanha (2010) e Alemanha (2014) foram econômicas. Marcaram apenas um gol, e na prorrogação.

Protagonistas da terceira final inédita no século, França e Croácia não têm o melhor ataque. As seleções mais ofensivas da Copa — Bélgica e Inglaterra — foram condenadas a decidir o terceiro lugar. No que depender da incansável Seleção Croata, teremos mais 120 minutos — e até pênaltis — na decisão da 21ª Copa da história. Foi assim que a seleção balcânica passou por Dinamarca, Rússia e Inglaterra no mata-mata. A julgar pela campanha da França, serão 90 minutos de futebol. Os Bleus derrotaram Argentina, Uruguai e Bélgica no tempo normal.

A quebra de paradigmas passa pelos pés de pelo menos três craques. Os franceses Mbappé e Griezmann e o croata Modric são candidatos a usar a decisão deste domingo para tirar da tela um outro filme repetido. Cristiano Ronaldo e Messi se revezam como número um do mundo desde 2008. Nesse período, a Copa não emplacou o melhor do planeta. O português e o argentino jamais conquistaram o título, mas convenceram os jurados pelo desempenho em um torneio cada vez mais valorizado do que a Copa: a Liga dos Campeões da Europa. O zagueiro Cannavaro (2006) foi o último “rei do futebol” aclamado devido ao desempenho no Mundial da Fifa.

Enquanto a França defende a “panelinha” do G-8, a Croácia, terceira representante do Leste Europeu a alcançar a decisão, tentar romper a cortina de ferro imposta por Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai, França, Inglaterra e Espanha. Depois da extinta Tchecoslováquia (1934 e 1962) e da Hungria (1938 e 1654), a ex-república iugoslava tentará inserir o antigo bloco comunista no seleto grupo dos campeões mundiais.
 
O século do ineditismo joga a favor da Croácia. Em 2010, a Espanha conquistou a Copa pela primeira vez. A Grécia faturou a Euro’2004. Portugal, a Euro’2016. O Chile é o atual bicampeão da Copa América (2015 e 2016). A Austrália ganhou a Copa da Ásia em 2015. Zâmbia (2012) e Tunísia (2004) inseriram seus nomes na lista dos vencedores da Copa Africana de Nações. Argentina (2004 e 2008), México (2012) e Brasil (2016) ganharam o ouro nos Jogos Olímpicos.

A final da Copa pode romper com padrões pré-estabelecidos. Um deles, de que o título exige trabalho de longo prazo. Por essa ótica, a França é favorita. O técnico Didier Deschamps ocupa o cargo há seis anos. Nesse período, levou a seleção às quartas de final no Brasil, foi vice-campeão da Euro’2016 e está na decisão do Mundial — a terceira da França em 20 anos.

Do outro lado, Zlatko Dalic desafia a regra. O comandante da Croácia tem apenas 13 jogos no cargo. O deste domingo pode ser o do título. Mais precoce do que ele, só o gênio Rinus Michels. O mentor da Laranja Mecânica levou a Holanda ao vice em 1974 com nove partidas de trabalho, três amistosos e os seis na Copa do Mundo.

Fonte: Superesportes