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Desembargador do TRF-4 manda soltar o ex-presidente Lula

Em decisão neste domingo (8), o desembargador federal Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), com sede em Porto Alegre, decidiu conceder liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde 7 de abril deste ano em Curitiba. Lula foi condenado no processo do triplex, no âmbito da Operação Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O despacho determina a suspensão da execução provisória da pena e a liberdade de Lula.

“Cumpra-se em regime de URGÊNCIA nesta data mediante apresentação do Alvará de Soltura ou desta ordem a qualquer autoridade policial presente na sede da carceragem da Superintendência da Policia Federal em Curitiba, onde se encontra recluso o paciente”, diz trecho da decisão.

Logo após a decisão, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargadornão tinha competência para mandar soltar Lula. Posteriomente, o plantonista TRF-4 voltou a determinar que Lula fosse solto. O Ministério Publico Federal, por sua vez, pediu a reconsideração da decisão sobre o pedido. Em seguida, o relator da Lava Jato em segunda instância , João Pedro Gebran Neto, determinou que Lula seja mantido preso.

O juiz Moro está em férias, mas, segundo a assessoria da Justiça Federal do Paraná, “por ser citado como autoridade coatora no Habeas corpus, ele entendeu possível despachar no processo”.

Fonte: G1

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Má notícia: próxima Copa está mais longe do que você pensa

Com a queda da seleção, derrotada nessa sexta-feira pela Bélgica nas quartas de final, os torcedores brasileiros já começam a pensar na próxima Copa do Mundo, quando o sonho do hexa será renovado. Uma pena ter que esperar quatro longos anos para voltar a ver o Brasil em ação em um Mundial, certo? Pois aí vai uma má notícia. Desta vez, a espera será um pouco mais longa: quatro anos, quatro meses e quinze dias.

Isso mesmo. A Copa de 2022 será disputada entre 21 de novembro a 18 de dezembro. A mudança radical no calendário do evento – que sempre foi realizado em junho e julho, às vezes começando no final de maio – foi a solução encontrada pela Fifa para escapar do calor desértico do Catar, que tornaria impossível a prática do futebol. O Mundial de 2022 será o primeiro com sede no Oriente Médio e vai acontecer durante o outono da região.

Fonte: VEJA

Criador do Facebook ultrapassa Warren Buffett e é 3º mais rico do mundo

Mark Zuckerberg, cofundador e CEO do Facebook, ultrapassou o investidor Warren Buffett e tornou-se o 3º homem mais rico do mundo, de acordo com o índice de bilionários da Bloomberg. De acordo com os dados da publicação, Zuckerberg tem uma fortuna acumulada de US$ 81,6 bilhões, contra uma fortuna de US$ 81,2 bilhões de Buffett.

De acordo com a Bloomberg, o aumento na fortuna do CEO do Facebook se deu graças à valorização dos papeis da sua companhia nos últimos dias. As ações subiram 2,4% de acordo com o Bloomberg Billionaires Index.

A troca de lugares reflete um cenário importante. Pela primeira vez na história, os três homens mais ricos do mundo neste momento têm sua fortuna construída graças a negócios na área da tecnologia.

O primeiro colocado do índice é Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon. Ele tem fortuna de US$ 142 bilhões, de acordo com a publicação. Bezos é tão rico que, para ele, gastar US$ 95 mil tem o custo simbólico do gasto de apenas US$ 1 para um cidadão médio.

O segundo colocado é Bill Gates, que cofundou a Microsoft e fez sua fortuna dentro da empresa. Gates tem, de acordo com a Bloomberg, US$ 94,2 bilhões de dólares acumulados.

Com isso, o primeiro bilionário a aparecer no ranking sem fortuna construída por conta de uma empresa de tecnologia é Warren Buffett, que tem atuação em diversas áreas. Abaixo dele está Amancio Ortega, com fortuna de US$ 76,1 bilhões. Ortega, empresário espanhol, é fundador da Zara.

Apesar de o índice da Bloomberg mostrar troca de posições entre Mark Zuckerberg e Warren Buffett, a contagem em tempo real de fortunas da Forbes ainda coloca Zuckerberg somente na 5ª posição de mais ricos do mundo.

Fonte: Época

Copa de Neymar põe fim à chance de ser melhor do mundo

São as seleções que jogam, vencem ou perdem uma Copa do Mundo, mas também há projetos pessoais que são alçados ou derrubados no meio do processo. Neymar havia se transformado no centro de todas as atenções depois que Messi e Cristiano Ronaldo foram para casa mais cedo, nas oitavas de final. O projeto de ser o melhor jogador do mundo nunca pareceu tão palpável, tão realizável — até vir a derrota para a Bélgica, por 2 a 1, na noite de sexta, abreviando a caminhada do Brasil no Mundial e a tentativa de voo solo do camisa 10 num Mundial que perdera suas unanimidades. Neymar não conseguiu transformar-se numa delas. Agora, restam indefinições pela frente.

No futuro próximo, é inviável que Neymar perca seu status de líder e referência dentro da seleção brasileira. Explosões emocionais à parte, o atacante, hoje com 26 anos, terá mais algum tempo de maturidade física, técnica e tática pela frente, o suficiente para chegar à Copa de 2022, no Qatar, num momento próximo do auge. Ou até no auge propriamente dito, vide o avassalador desempenho de Messi e Cristiano Ronaldo na casa dos 30. Só que as certezas param por aí.

O sprint de Neymar rumo à Bola de Ouro foi jogado para escanteio junto com a bela defesa de Courtois, nos acréscimos do segundo tempo, após um chute colocado do brasileiro na entrada da área. Foi uma defesa cruel para a torcida, daquelas que interrompem sonhos justamente no momento em que estão mais próximos – afinal de contas, o empate levaria o Brasil à prorrogação, quando teria chance de manter seu ritmo ofensivo e buscar a virada. Para Neymar, a espalmada do belga foi o ponto final de uma temporada de escolhas que, ainda que não parecessem erradas, não alcançaram o objetivo traçado.

Ao trocar o Barcelona pelo PSG, há um ano, ele tinha como propósito principal — se não único — encontrar um espaço em que brilhasse fora da sombra de outros craques, especialmente Messi. Seria o líder de uma constelação vitoriosa, e sairia mais credenciado do que nunca para receber o prêmio individual mais importante do mundo. Seria, sairia e outros verbos no futuro pretérito não costumam contar boas histórias. A de Neymar, ele há de concordar, não foi tão boa quanto se esperava: eliminado nas oitavas de final da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid de Cristiano Ronaldo, o brasileiro assistiu de casa à reta final do torneio onde sua estrela despontaria de vez na Europa. Não só de casa, também do hospital: a fratura no pé direito, entre o primeiro e o segundo jogos contra o Real, colocou dúvidas até sobre seu estado físico na Copa do Mundo.

Os questionamentos sobre a forma logo foram sanados, já que as dores no pé direito não voltaram a incomodar com gravidade. O conteúdo é que ficou em xeque: simulações, quedas teatrais, o excesso de atenção despertada por Neymar sem a bola nos pés deixou a sensação de que algo não encaixava. Contra a Bélgica, ele foi repreendido pelo menos duas vezes pelo árbitro sérvio Milorad Mazic após quedas dentro da área belga. Marcado pelo apito e pelos adversários, Neymar teve a chance derradeira e caprichou no talento, mas Courtois assumiu o papel de estraga-prazeres.

— Neymar é um dos melhores do mundo. Mas agora que o Brasil saiu da Copa, não sei se fica mais difícil para ele conquistar a Bola de Ouro — avaliou o volante belga Axel Witsel, antes de puxar sardinha para seus colegas de equipe. — Nós temos grandes jogadores também. Não só De Bruyne, mas também Hazard. Para mim, Hazard pode ser o melhor jogador desta Copa.

Esperava-se justamente que Neymar ascendesse ao posto de craque do torneio, o carimbo ideal para que pleiteasse seu desejado prêmio de melhor jogador do mundo. Agora, fora do páreo, o brasileiro vê outros concorrentes saltarem à dianteira. Haverá pouco tempo — e, principalmente, poucos jogos de tamanha relevância — até o fim do ano para que Neymar rivalize não só com os belgas, mas com o francês Mbappé, seu colega de PSG, e agora mais candidato do que nunca a estrela-maior desta Copa, ainda na flor de seus 19 anos. No fim das contas, se a bola chutada nos acréscimos não tivesse sido alcançada na ponta dos dedos por Courtois, talvez a seleção brasileira seguisse viva no torneio, assim como a disputa de ouro de Neymar. Projetos pessoais e caminhadas de seleções foram decididos da mesma forma nessa sexta-feira: por detalhes.

Fonte: Agência O Globo

Mário Fernandes revela pedido de desculpas e elogia campanha na Copa

Mário Fernandes foi de herói a vilão em poucos minutos. Após marcar o gol na prorrogação, que levou o jogo entre Rússia e Croácia para a disputa dos pênaltis, o ex-jogador do Grêmio acabou desperdiçando sua cobrança e viu sua seleção cair nas quartas de final do Mundial. Na zona mista, após o confronto, o brasileiro naturalizado russo revelou que recebeu a compreensão dos seus companheiros no vestiário.

– Pedi desculpas, claro. Porque perdi o pênalti, mas eles foram bons comigo, falaram que somos um time. Quando ganha, todos ganham, quando perde, são todos também. Agradeci pela confiança e por tudo – afirmou o lateral-direito.

Sobre a partida, Mário até brincou com o fato de ter feito um gol, o que não é rotineiro em sua carreira e elogiou o nível que as duas equipes apresentaram em campo.

– Foi um grande jogo, como esperávamos como uma quartas de final. Acabei fazendo um gol na prorrogação. É difícil fazer gol, a gente precisava na hora, mas depois perdi o pênalti. (…) Triste pela eliminação, mas feliz por tudo que fizemos na Copa do Mundo, pelo futebol que jogamos. A torcida foi espetacular – contou.

Com a eliminação nas quartas de final, a Rússia conseguiu sua melhor campanha na história das Copas. Para o jogador, agora é a hora dos russos aproveitarem essa euforia e seguirem crescendo com a modalidade no país.

– Tomara que cresça o futebol na Rússia, depois de uma Copa e uma campanha que fizemos. A gente torce para que a Rússia suba cada vez mais no futebol e siga nesse mesmo patamar – completou.

Fonte: Globo Esporte

CBF oficializa proposta para Tite seguir à frente da Seleção Brasileira

Após a eliminação para a Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo, a tendência é que Tite siga à frente da Seleção Brasileira. Mesmo com o insucesso no Mundial, o trabalho do treinador agradou à direção da CBF, que oficializou na madrugada desse sábado o convite para que o técnico permaneça no cargo. As informações são da “Folha de São Paulo”.

Segundo a publicação, o comandante se mostrou muito abatido com a derrota e pediu ao chefe da delegação e futuro presidente da CBF, Rodrigo Caboclo, que lhe fez a proposta, um tempo para que possa descansar e refletir sobre qual decisão tomar em relação ao seu futuro.

Independente de qual fosse o resultado na Copa, Tite já tinha comunicado aos dirigentes da entidade que tiraria alguns dias de férias após a competição. Ele deve permanecer no Rio de Janeiro, onde se reunirá com sua família para avaliar qual será sua resposta. A expectativa é de que tudo esteja decidido dentro de 15 dias.

Caso seja confirmado para seguir no comando, o gaúcho quebrará um tabu de 40 anos na Seleção. O último técnico a fracassar em uma Copa do Mundo e continuar no comando foi Claudio Coutinho, em 1978. Porém, ele não foi mantido até a campanha do Mundial de 1982.

Sob o comando de Tite, o Brasil disputou 26 partidas em dois anos, com 20 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. Neste período, a equipe canarinho marcou 55 gols e sofreu apenas oito. 

Fonte: LANCE