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Professora brasileira é asfixiada e morta a pauladas no Havaí

Uma professora brasileira, de 51 anos, morreu de forma trágica na tarde de quinta-feira, 7, em Haleiwa, no Havaí. Telma Emery fazia faxina em uma casa de aluguel de temporada, para complementar a renda como educadora, quando foi surpreendida com a entrada de criminosos na residência. De acordo com a investigação da polícia local e de fontes próximas da vítima, Telma, ao se deparar com os invasores, foi brutalmente morta a pauladas, com um taco de beisebol, e asfixiada com um saco plástico envolvendo sua cabeça.

Segundo as autoridades responsáveis pelo caso, a brasileira terminava os afazeres domésticos e esperava secar a roupa. Enquanto isso, foi buscar a filha, Makana, na escola. A menina, de 8 anos, também acabou sendo vítima: ela foi retirada do carro estacionado na casa e amarrada no segundo andar da propriedade. O corpo de Telma foi encontrado pelos inquilinos australianos que alugavam a casa. O veículo usado pela brasileira foi roubado pelos criminosos. Horas depois, o carro foi identificado pelo número da placa. Os suspeitos, Axel Hendrix e Hailey Kai, foram encontrados em um supermercado e detidos pela polícia, em Mililani, cidade vizinha ao local do crime.

A brasileira, nascida em São Paulo, atuava como professora substituta de inglês da Sunset Beach Elementary School, em Haleiwa, e frequentemente limpava casas na redondeza. Morava há 25 anos no Havaí e era casada com Kevin Emery.”É uma grande tragédia. Ela era uma ótima mãe e um ser humano incrível”, afirmou o cunhado de Telma, Brian Emery, que não quis prolongar o assunto.

“Estamos tentando, com a comunidade local, prestar apoio à família nessa hora tão triste e, principalmente, nesta época do ano antes do Natal”, disse o cônsul honorário do Brasil no Havaí, Eric Crispim. “Uma tragédia como essa por aqui é, de fato, um caso muito inusitado. A criminalidade no Havaí é muita baixa. Não existe problema nem de furto nesta região. Este evento pegou a todos de surpresa”, complementa o diplomata brasileiro.

As investigações sobre o caso ainda continuam e não houve por parte das autoridades locais um laudo oficial. Ainda é incerto o motivo do assassinato, mas a polícia indica que o casal estava sob efeitos de droga. De acordo com informações do consulado, a família ainda não decidiu sobre o local onde será enterrado o corpo de Telma Emery. A mãe da brasileira, que iria passar o fim de ano com a filha e a neta no Havaí, antecipou sua viagem para resolver os procedimentos fúnebres com os parentes americanos.

Fonte: Agência Estado

Mulher que teve pedido negado no Brasil faz aborto na Colômbia

A estudante de direito Rebeca Mendes Silva, 30 anos, que teve um pedido de aborto negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), conseguiu realizar o procedimento de forma legal na Colômbia, confirmou o Instituto Anis, que auxiliava Rebeca com o pedido na Justiça.

Rebeca estava com nove semanas de gestação e já tem dois filhos, de 9 e 6 anos. Ela alegou que problemas financeiros e falta de condições emocionais e psicológicas para criar outra criança a levaram a tomar a decisão de interromper a gestação.

Rebeca resolveu fazer o pedido à justiça para não ser criminalizada pela escolha mais tarde. A mulher que realiza um aborto pode ficar presa por até três anos.

A estudante chegou a entrar com um novo pedido para abortar na justiça paulista, mas decidiu não esperar pela resposta, já que, conforme a gestação avança, diminuem as possibilidades de se obter essa autorização. “O pedido de Rebeca era de urgência, e não foi respondido no tempo que sua situação crítica exigia. Ela foi desamparada pelo silêncio da justiça brasileira”, disse o Instituto Anis, em nota.

“Cada dia de espera representava uma ameaça crescente à sua saúde. Rebeca tomou a decisão que considerou mais correta diante da emergência e das condições que tinha. Mas o debate judicial que levantou no Brasil sobre o sofrimento imposto pela criminalização do aborto na vida concreta das mulheres seguirá à sua história”, completa o instituto.

Rebeca conseguiu abortar no país vizinho ao ser convidada para participar de um seminário em Bogotá organizado pelo Consórcio Latinoamericano contra o Aborto Inseguro (Clacai). Os custos da viagem foram pagos pela organização e ela conseguiu realizar o procedimento durante a viagem.

O aborto foi realizado em uma clínica da organização privada e sem fins lucrativos Profamilia, que oferece serviços de planejamento familiar e cuidado à saúde sexual e reprodutiva na Colômbia. A Profamilia tem uma atuação assistencial, por meio da qual oferece o procedimento gratuito a mulheres que não podem pagar pelo procedimento.

Rebeca foi acolhida na clínica e, após receber explicações sobre métodos para realizar o aborto, optou pelo cirúrgico. Também foi orientada sobre diversos métodos contraceptivos e escolheu o de sua preferência, conta o Instituto Anis. “Tudo transcorreu bem, ao longo de uma manhã, e Rebeca saiu da clínica já com o implante subcutâneo”, relatou a instituição.

Fonte: EXAME

Ações do Banco do Brasil se valorizam com possíveis mudanças

Após encerrar o pregão de quinta-feira da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) em queda de 3,87%, as ações do Banco Brasil (BB) fecharam ontem em alta de 0,58%. Na abertura das negociações, os papéis da companhia tiveram forte elevação e chegaram a subir 2,66%. O desempenho positivo foi impulsionado, segundo analistas, após o Correio revelar que a instituição financeira prepara uma segunda fase da reestruturação, iniciada no fim do ano passado, para ganhar mais eficiência e rentabilidade.

O resultado negativo da quinta foi impulsionado pela análise de economistas do BGT Pactual de que a recuperação do nível de rentabilidade do banco público será lenta. O relatório foi enviado aos clientes após o presidente o BB, Paulo Rogério Caffarelli, afirmar, em apresentação a membros da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos e Mercados de Capitais (Apimec), que a recuperação dos ganhos seria uma prioridade.

Na segunda fase da reestruturação — após garantir uma economia de R$ 3,1 bilhões com a saída de 9,4 mil empregados e o fechamento de 402 agências —, o banco estuda a abertura de um novo programa de desligamento incentivado, com pagamentos de até 12 salários extras. A novidade é que o público-alvo ultrapassará os mais de 8 mil empregados que podem se aposentar.

Quem ainda estiver na ativa e quiser deixar de trabalhar na instituição financeira, mesmo sem ter tempo de contribuição suficiente para solicitar benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), poderá aderir ao plano de demissões. A ideia é similar ao programa de desligamento oferecido pelo governo federal aos servidores públicos.

Além disso, o BB fará o remanejamento de pessoal para reforçar o atendimento nas cidades em que há maior demanda. Após a primeira fase do processo, algumas regiões ficaram com excedente de pessoal.

Fonte: Correio Braziliense

General do Exército que fez críticas ao governo é destituído do comando de secretaria

O Exército informou neste sábado (9) que destituiu o general Antonio Hamilton Mourão do cargo de secretário de Economia e Finanças do Comando do Exército. Mourão, que nesta semana fez críticas ao governo do presidente Michel Temer, vai ficar ligado à secretaria geral do Exército, sem função específica, de acordo com a assessoria de imprensa da Força.

O Exército não informou o motivo para a destituição do cargo. O general Luiz Eduardo Ramos Baptista vai assumir a Secretaria de Economia e Finanças.

Em uma palestra no Clube do Exército em Brasília nessa quinta-feira (7), Mourão comparou o governo Temer a um “balcão de negócios”.

Em setembro, ele já tinha se envolvido em polêmica, quando, também em uma palestra, disse que se o Judiciário não retirasse corruptos da vida pública, os militares deveriam agir. Nessa quinta, ele voltou a falar em intervenção militar.

Ainda de acordo com o Exército, Mourão vai entrar para a reserva no final de março de 2018.

Fonte: G1

No discurso como presidente do PSDB, Alckmin ataca PT e faz acenos a Temer

Após ser eleito presidente nacional do PSDB quase por unanimidade — foram apenas três votos contra e uma abstenção —, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, informalmente lançado ontem como pré-candidato do partido à Presidência da República, em 2018, fez um discurso no qual pregou a unidade da legenda, fez ataques ao PT e acenos ao governo do presidente Michel Temer e a partidos do centrão. A corrupção e a Lava-Jato ficaram fora da fala do tucano.

Em um discurso de cerca de 20 minutos, o tucano pregou a unidade do PSDB, defendeu as reformas e a modernização do estado brasileiro, e se apresentou como oposição a Lula e ao PT, hoje polarizado com o deputado Jair Bolsonaro na corrida presidencial.

— Registrem-se os esforços do atual governo que, pouco a pouco, começa a reversão da tragédia econômica em que o país foi colocado. O PSDB reitera sua disposição no âmbito do Congresso na aprovação de reformas necessárias ao nosso país — disse Alckmin.

Quase todas as lideranças tucanas presentes no palanque discursaram defendendo o engajamento em sua candidatura ao Planalto a partir de já. A exceção foi o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que reafirmou sua pré-candidatura e foi o obstáculo na convenção à aclamação do governador paulista. Se Virgílio se mantiver irredutível, ele deve disputar prévias com o governador paulista entre fevereiro e março.

Fonte: O Globo