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3 – Morto em Salgueiro nesta sexta-feira era acusado de estuprar meninas de 12 e 15 anos em Parnamirim

4 – Prefeitura de Salgueiro é acusada de plagiar campanha contra a dengue do Estado do Paraná

5 – Garotas que estavam desaparecidas entram em contato com os familiares

6 – Limpeza Pública: Limpax Serviços não está com certidão vencida

7 – Apontado como suspeito do assassinato de Beatriz estava preso no dia do crime

8 – Carro colide com placa publicitária na Rua Joaquim Sampaio, em Salgueiro

9 – Alvinho pede que Caixa Econômica entregue casas aos beneficiários e libere esgoto como quiser

10 – Policiais militares recém-formados pedem para retornar ao Sertão

MA: ex-padrasto suspeito de assassinar menina de 10 anos é preso

Foi preso na manhã deste sábado (04), o ex-padrasto e suspeito de assassinar Alanna Ludmilla, de 10 anos. O acusado, identificado como Robert de Oliveira Cerejo, foi reconhecido enquanto estava tentando fugir de São Luís em uma van que seguia para o interior do estado. 

O motorista do veículo onde estava o reconheceu e fez sinais para policiais militares que estavam em uma barreira policial localizada na BR-135, na zona rural da capital maranhense. À polícia, Robert de Oliveira Cerejo afirmou não estar portando documentos e que seria um pedinte.

Após a confirmação da identidade do suspeito, ele foi preso e encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Investigações Criminais, onde as investigações do caso estão sendo conduzidas. Uma mutidão se aglomerou em frente a delegacia e o acusado por pouco não foi linchado. 

A Justiça do Maranhão já decretou a prisão temporária de 30 dias do suspeito. Nessa sexta-feira (4), o delegado que investiga o caso disse que há indícios que mais de uma pessoa esteja envolvida no crime e que as investigações indicam que o assassino era um conhecido da família.

O caso

A menina de dez anos foi encontrada morta por vizinhos em uma cova rasa no quintal da sua casa, na manhã da última sexta-feira (3). A menina estava com as mãos amarradas para trás e com um saco plástico na cabeça. Segundo a polícia, a criança, teria sido abusada sexualmente e em seguida foi asfixiada. O laudo oficial da perícia ainda não tem data definida, mas deve ser divulgado nos próximos dias.

Fonte: Meio Norte

Deputado federal levou parentes do traficante Marcinho VP para audiência com ministro da Justiça

O deputado federal Francisco Floriano (DEM-RJ) levou a mulher, uma irmã e um filho do traficante, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, além das esposas de outros dois criminosos, para uma audiência em Brasília com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, em julho deste ano.

O deputado pediu a Torquato que revogasse a proibição de visitas íntimas nos presídios federais de segurança máxima, decretada havia dois meses pelo governo brasileiro.

Segundo a reportagem, publicada no jornal O Globo deste sábado (5), o deputado disse que o ministro respondeu que o caminho não era com ele. Em entrevista, na tarde deste sábado, o deputado deu mais detalhes sobre a audiência.

“Foi pedida oficialmente, foi pedida por meios alegando o que seria. Que era questão dos requerimentos dos direitos dos familiares dos internos e sem distinguir quem era A ou B ou C”, afirmou Francisco Floriano.

O encontro não aparece nos registros oficiais da agenda do ministro Torquato Jardim, mas o Jornal Nacional confirmou com uma fonte do ministério, que a audiência aconteceu no dia 04 de julho, durou vinte minutos e que embora o ministro soubesse que se tratava de assistência social a famílias de presidiários, foi surpreendido com a presença dos parentes dos presos.

O ministro da Justiça está numa espécie de quarentena desde que expôs sua visão sobre as relações de autoridades do Rio de Janeiro com o crime organizado.

Em entrevista, no início da semana, Torquato Jardim disse que o comando da PM é indicado por deputados e que comandantes de Batalhões são sócios do crime organizado. E isso provocou a ira de aliados do presidente Michel Temer.

Fonte: G1

Príncipes e ex-ministros sauditas são detidos em investigação anticorrupção

O rei Salman, da Arábia Saudita, destituiu o príncipe Miteb bin Abdullah, que comandava a Guarda Nacional, substituiu o ministro da Economia, Adel Fakeih, por seu vice, Mohammad al-Tuwijri, e anunciou a criação de uma comissão anticorrupção. O canal de notícias estatal Al-Arabiya informou também que 11 príncipes e dezenas de ex-ministros foram detidos em uma nova investigação anticorrupção liderada pelo príncipe herdeiro e ministro da Defesa Mohammed bin Salman, que também vai supervisionar a nova comissão.

Segundo o canal de notícias, a comissão está investigando inundações que devastaram partes da cidade de Jiddah em 2009 e a resposta do governo saudita à síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), que matou centenas de pessoas nos últimos anos.

O principal conselho de clérigos da Arábia Saudita emitiu comunicado dizendo que é um dever islâmico combater a corrupção, o que na prática significa apoio de líderes religiosos às detenções.

O governo disse que a comissão tem o direito de emitir mandados de prisão, impor restrições a viagens e congelar contas bancárias. Pode também rastrear recursos, impedir a transferência de recursos ou a liquidação de ativos e adotar outras medidas preventivas até que os casos sejam entregues ao judiciário. Os sauditas vêm se queixando há tempos do aumento da corrupção no governo e do desperdício de recursos públicos.

O príncipe herdeiro, de 32 anos, vem tentando atrair mais investimentos internacionais e melhorar a reputação do país como um lugar para negócios. Essas medidas fazem parte de um esforço maior para diversificar a economia e reduzir a dependência das receitas do petróleo.

Fonte: Associated Press

Homem que matou jovem em Frutal é agredido por outros detentos

O homem que confessou ter roubado e matado a jovem Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, depois de combinar com ela uma carona pelo WhatsApp foi agredido na noite desta sexta-feira por outros detentos. Ele está preso desde a manhã de sexta em um presídio de Frutal, no Triângulo Mineiro.

Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, sofreu um corte no supercílio e foi atendido pela enfermeira da unidade. Em seguida, foi separado dos colegas. Segundo a imprensa local, outro acusado pelo crime, suspeito de receptação, Daniel Teodoro da Silva, de 24 anos, também foi agredido. O motivo seria que os detentos não aceitam a presença da dupla no presídio. Presos de outras penitenciárias na região ameaçaram fazer uma rebelião caso a dupla seja transferida.

A direção-geral do presídio de Frutal instaurou um procedimento admnistrativo para apurar as circunstâncias e responsabilidades pelo ocorrido. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Administração Prisional, após serem identificados, os agressores passarão pela comissão disciplinar e sofrerão sanções administrativas.

O crime

Ainda na sexta-feira, Jonathan confessou à polícia ter matado Kelly Cadamuro e ter deixado o corpo da jovem em um córrego, na zona rural de Frutal. Ele foi preso no estado de São Paulo e levado para o plantão da Polícia Civil em Frutal, onde informou aos policiais que teve a ideia de roubar o carro da jovem ao ver o anúncio da carona.

Inicialmente, o autor do crime disse que iria com a namorada, mas na hora do encontro para a viagem disse que ela tinha desistido e insistiu para ir sozinho. Ainda segundo a assessoria da Polícia Civil, no meio do caminho, ele pediu que Kelly parasse o carro para que ele pudesse urinar, momento em que anunciou o roubo.

O assassino alegou aos policiais que matou a jovem e jogou o corpo no rio. Segundo a Polícia Militar, ela estava seminua, com a cabeça mergulhada em um córrego. A calça que usava foi achada a três quilômetros do local. A perícia vai indicar se ela sofreu violência sexual.

Fonte: Estado de Minas

STF proíbe nota zero para redação do Enem que ferir direitos humanos

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, manteve neste sábado (4) decisão da Justiça que suspende a regra do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) que dá nota zero para a redação considerada desrespeitosa aos direitos humanos. A decisão já vale para a edição deste ano. A prova de redação do exame será aplicada a mais de 6 milhões de candidatos neste domingo (5).

A ministra entendeu que a proibição implicaria em limitar a liberdade de expressão. “O cumprimento da Constituição da República impõe, em sua base mesma, pleno respeito aos direitos humanos, contrariados pelo racismo, pelo preconceito, pela intolerância, dentre outras práticas inaceitáveis numa democracia e firmemente adversas ao sistema jurídico vigente. Mas não se combate a intolerância social com maior intolerância estatal. Sensibiliza-se para os direitos humanos com maior solidariedade até com os erros pouco humanos, não com mordaça”, escreveu Cármen Lúcia. 

“O que se aspira é o eco dos direitos humanos garantidos, não o silêncio de direitos emudecidos. Não se garantem direitos fundamentais eliminando-se alguns deles para se impedir possa alguém insurgir-se pela palavra contra o que a outro parece instigação ou injúria. Há meios e modos para se questionar, administrativa ou judicialmente, eventuais excessos. E são estas formas e estes instrumentos que asseguram a compatibilidade dos direitos fundamentais e a convivência pacífica e harmoniosa dos cidadãos de uma República.” O item 14.9.4 do edital do Enem 2017 estabelece que será atribuída nota zero à redação “que apresente impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, bem como que desrespeite os direitos humanos, que será considerada ‘anulada'”. 

No dia 26, o TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) determinou a suspensão desta regra do edital do Enem. A PGR (Procuradoria-Geral da República) e a AGU (Advocacia-Geral da União) recorreram ao Supremo. A AGU entrou com pedido representando o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão do MEC (Ministério da Educação). O Inep criticou a atuação do TRF-1 ao afirmar ter havido ofensa “ao normal e legítimo exercício da função administrativa pela autoridade legalmente constituída”. A abordagem de temas relacionados aos direitos como proposta de redação é recorrente no Enem. De 19 edições, 11 tratavam de tema relacionado a essas questões. Em 2015, 9.942 textos foram anulados por desrespeito aos direitos humanos. O tema naquele ano era “violência contra a mulher”. No ano anterior, foram 955.

Fonte: Folhapress